mardi 14 juillet 2015

Stage de direction de choeur

Lieu: Arosa, Suisse

Inscription: Arosa Kultur,  Tel. 
+41 81 353 87 47

Dates: 26 juillet - 1 août  2015

Places limitées

Langues: allemand, anglais, français

Animateur: Felipe Cattapan - chef de choeur, chef d'orchestre et professeur à la Haute École de Musique de Berne

Information: Felipe Cattapan (
http://www.cattapan.ch/index.php/en/n/)

NO ÔCO DA LUA

ANTONIO MARCOS BANDEIRA



NO ÔCO DA LUA, AMA-SE
BEIJA-SE, SE É AMADO
SE É AMADO NO ÔCO DA LUA,
BEIJA-SE, SE É BEIJADO!

ABRAÇA-SE NO ÔCO DA LUA
ACARINHA-SE, SE É ACARICIADO
ABRAÇA-SE E ACARINHA-SE
NO ÔCO DA LUA, SE É ADMIRADO!

NO ÔCO DA LUA, AFAGA-SE
SE É AFAGADO
NO ÔCO DA LUA 
SE É RECOMPENSADO

NO ÔCO DA LUA 
OS ENAMORADOS
FAZEM SEGREDOS

NO ÔCO GUARDOS

Manual do Adolescente Popular





Quem tem um adolescente em casa, sabe como é difícil uma comunicação efetiva. Para tentar diminuir o caminho até eles, Romaly Rodrigues de Carvalho escreveu o E-book O Manual do Adolescente Popular, publicado pela Editora Ponto Vital. Com uma linguagem despojada e bem antenada com a juventude, a escritora dá dicas preciosas sobre etiqueta e comportamento social e muitos outros assuntos. Acompanhe nosso bate-papo.

Romaly, o porquê desse manual? Como surgiu a ideia de escrevê-lo?

Por ser especialista em Etiqueta Profissional e comportamento, consultora de imagem e carreira percebi ao longo da minha vida acadêmica que os jovens que entram no mercado de trabalho são desinformados quanto às posturas básicas de formalidade e de educação, o que acarreta em prejuízo na hora de serem selecionados na entrevista de emprego e na carreira propriamente dita. Além disso, as dicas ajudam na compreensão das alterações próprias do período: físicas, mentais e sociais. Nem sempre o adolescente está preparado para a mudança.

Os pais hoje, de maneira geral, estão mais ocupados em ganhar o pão de cada dia e não repassam certas regras de comportamento necessárias para a sobrevivência tanto social como profissional. Observo que muitos deles desconhecem os protocolos, portanto, não têm conteúdo para ensinar, obviamente. Então, esse contexto me motivou a escrever aquilo que julgo fundamental para que o adolescente seja uma pessoa e um profissional interessante, com valor agregado para o mercado e alcance sucesso e felicidade na profissão e na vida social. O Brasil precisa qualificar melhor seus cidadãos também. A escola não dá conta sozinha dessa tarefa.

As informações também visam a melhorar a convivência das famílias. Quando entendemos a demanda dos adolescentes tendemos a ter mais paciência com eles.

A linguagem é bem informal. Isso ajuda na hora de se comunicar com os jovens?

Com certeza. Apesar da dificuldade, afinal sou adulta, mantive meu ouvido sintonizado em conversas adolescentes. Busquei fazer o texto com expressões adequadas para a idade deles, para criar empatia e a comunicação acontecer.

Você acredita que os jovens vão se interessar pelo conteúdo já que é bem atual e faz parte do dia a dia deles?

Eu espero. Se eu tivesse na minha adolescência sido instruída sobre o conteúdo deste livro, não era gente. Ou seja, teria galgado muitas posições bem cedo na minha vida profissional e também teria me dado melhor no colégio - teria sido mais popular na turma, menos tímida, coisa que todo garoto(a) almeja; teria compreendido melhor minhas transformações e a relação com a minha família tomaria outro rumo. A vida teria sido muito mais fácil.

Por que a opção pelo ebook? É uma ferramenta mais fácil para o jovem do que um impresso?

Vamos ser realistas, o jovem hoje lê menos e adora conteúdo digital. Eles idolatram tablete, smartphones, e-Reader. As pesquisas apontam que lares em que se lê muito também são lares com bastante tecnologia. Os pais preferem o livro impresso, mas neste momento não são o meu cliente. Além do que o e-book oferece praticidade, acesso a informação, qualidade de imagem e recursos de interação possibilitando links com outros assuntos.

O que você pretende com o manual? Qual a mensagem que quer passar?

Espero que o Manual do Adolescente Popular seja um livro transformador. Ser popular em qualquer idade é muito bom! É uma conquista que obtemos quando temos o comportamento adequado. Como consequência ganhamos a felicidade, a satisfação, a inclusão no grupo, o reconhecimento da galera, a sensação de sucesso pessoal e profissional – quando a pessoazinha estiver no mercado competindo com milhares de outras pessoas. É muito mais fácil a vida assim com conhecimento de qualidade. Então, mesmo com os dissabores que virão, a gente consegue transitar melhor e resolver os problemas, porque nos sentimos seguros e preparados. É o que o livro propõe.



Confira esta obra e muitas outras no site da Ponto Vital: www.editorapontovital.com.br

CRÔNICA DE UMA MORTE ANUNCIADA: A AGONIA DO RIO SÃO FRANCISCO


EMANUEL MEDEIROS VIEIRA


Já escrevi aqui da Bahia sobre o tema. Pela sua importância, poderia aprofundá-lo.
 Mas – prometo – serei breve.
A situação do velho Chico – rio da nossa unidade, como nos foi ensinado na escola – é mais que dramática.
Ele atravessa cinco estados brasileiros e é o maior ao nascer e desaguar “nos limites do nosso território”.
A seca nos reservatórios das barragens , como lembrou alguém, ameaça seriamente a geração de energia elétrica pelo sistema Chesf para a Bahia e vários estados do Nordeste. Se tal desastre ocorrer, configuraria um “colapso energético sem precedentes no país”.
Segundo Eduardo Salles, o desastre ameaça a fruticultura irrigada na região, “colocando em perigo 120 mil hectares irrigados e cerca de um milhão e duzentos mil postos de trabalho direta e indiretamente ligados à atividade”.
As águas do rio constituem fonte de vida de vasta região do país.
Lembrado pelo jornalista Levi Vasconcelos, Eures Ribeiro (PV), prefeito de Bom Jesus da Lapa, diz que não quer ser profeta do apocalipse, mas “vaticina: se nada for feito imediatamente o rio São Francisco vai morrer”.
Ele informa que a navegabilidade na Lapa, em Barra e em toda a área é zero. “Uma pessoa atravessa de um lado para outro a pé”.
E o pior ainda não chegou: a seca mesmo é em setembro.
Os prefeitos da região e o incansável bispo dom Luiz Cappio, de Barra (que já fez greve de fome para alertar sobre a situação do rio), vão tentar viabilizar uma sessão no Congresso Nacional para relatar a situação.
O rio está virando um riacho e corre o risco de morrer mesmo”, complementa o jornalista citado.
A quem culpar? Citar os desígnios climáticos?
Salles acredita que é preciso cuidar das nascentes, das matas ciliares, tratar os esgotos lançados no rio, repovoar suas águas com peixes nativos, estimular o uso correto da água e coibir projetos de irrigação não sustentáveis.
Podem jogar sem medo a culpa no homem, que desmatou suas margens, que poluiu suas águas, que despejou esgotos e resíduos industriais ao longo de todo o seu curso”.

(Salvador, julho de 2015)

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