mercredi 30 septembre 2015

LIVRO: AS MEMÓRIAS DE BERTOLO BREDA





Todo mundo tem o sonho de escrever, mas poucos conseguem publicar um livro. O seu José Bortolo Breda colocou no papel suas histórias e foi adiante com a vontade de ter um livro. Acaba de sair do forno a obra “As Memórias de Bortolo Breda: Reflexões ambientais, econômicas, sociais e histórias do cotidiano”, publicada pela Editora Ponto Vital. São 33 histórias que falam de pescarias, futebol, infância, transporte e vida. O autor conversou com a gente e conta um pouco dos bastidores da obra, em um bate-papo descontraído:
1-Seu José, agora com o livro em suas mãos, qual o sentimento?
Dever cumprido e emoção ao ver o livro pronto.
2- Por que o Senhor resolveu escrever suas histórias?
Foi acontecendo aos poucos. Com parte das histórias e outros assuntos prontos, achei que seria o momento para a edição. As viagens, as atividades, as lembranças da vida e as questões políticas serviram de inspiração. Escrevi para servir como exemplo de vida e para motivar, visando mudanças de atitudes.
3- Conte um pouco para a gente do que fala sua obra?
Da vida do interior, das pescarias, dos encontros, da mudança para Curitiba. Trata também de nosso cenário político e gerencial. Discorri um pouco sobre democracia: atualmente abalada, face a corrupção existente. As questões ambientais são preocupantes. Assim procurei enfatizar que o consumo excessivo gera consequências: do lixo a poluição dos rios e extinção das espécies. Em “Um Novo Planeta” proponho a realização de um campeonato mundial de sustentabilidade. Com indicadores, visando uma motivação para a sociedade mundial. A ONU poderia organizar o campeonato, a cada três ou quatro anos, induzindo os países à melhoria do meio ambiente em todos os aspectos. Penso que é um sonho que poderia acontecer. Este seria o objetivo que almejo para os habitantes do mundo. Por último também enfatizei a preocupação social, face ao abandono das pessoas à sua própria “sorte”.     
4-Os amigos citados no livro gostaram da homenagem?
Ainda é cedo para avaliar, mas alguns gostaram e elogiaram.
5-Agora as histórias de pescador foram eternizadas pelas palavras escritas, não é?
Não tem como mudar mais nada (risos)...Virão outras histórias?
Quem está diariamente no trecho, no vai e vem, tem histórias para contar. Vemos no dia a dia, os desesperados, os felizes, os apressados, os acidentes, violências, servindo de combustível para novas histórias e relatos.
6- Foi fácil escrever e publicar o livro? Demorou muito para realizar esse sonho?
Mais ou menos um ano. Foi rápido depois que encontrei a Editora Ponto Vital. A Cláudia e a Marina colaboraram de forma decisiva para a rapidez da edição.
7-O senhor aconselharia as pessoas a escrever? Valeu a pena?
Desde o primário fui orientado para a leitura. Criei o hábito e até hoje leio todos os dias. Faz bem para a mente e espírito. Novos conhecimentos alimentam a alma. Na vida profissional, exerci várias atividades: no Cartório do 2º Tabelionato de Notas de Curitiba: como Escrevente Juramentado. Na área pública elaborei Informações e Pareceres sobre processos relativos às receitas e despesas públicas. Encerrado o vínculo trabalhista, comecei a escrever assuntos livremente e valeu.  

      Se você quer ter acesso à editora Ponto Vital, acesse www.editorapontovital.com.br

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