lundi 13 juillet 2015

VARAL DO BRASIL - Oficina criativa: Indrisos

Oficina realizada pelo Grupo no Varal do Brasil no Facebook com organização de Marilu F. Queiróz.



Que chuva!

E veio a chuva... Que chuva!
Tão desejada, tão esperada!
Ninguém te amou tanto como agora!

As plantas tão felizes quanto eu
Com muita alegria Te saudamos.
Sê bem vinda cara amiga, irmã.

Com a natureza ninguém brinca!

Ela sabe como o homem ensinar.



As crianças crescem e magoam

A mágoa... não era grande, só dorida...
Eu não queria aparecer,
Mas gostaria de ver.

Uma, das crianças, tão amada...
Que seus passos, eu acompanhava...
Mas, fiquei triste e magoada...

Por ser descartada e esquecida...

Por essa pessoa tão querida...



Os voos da vida

As asas do pássaro se abrem
e seu voo toma forma
e todo o céu lhe cabe...

Como ele me lanço ao infinito espetacular
braços abertos, olhos fechados
coração alado a me levar...

A liberdade é um sonho que conquisto.

Sou pássaro da vida, pelo universo benquisto.




Tempo de amar

Tenho tempo ainda, tempo suficiente
Para andar por aí, nua, displicente
O corpo nu, a alma nua, a cabeça nua...

E o tempo que tenho, me doo, sou tua
Em casa, no mundo, nos sonhos, na rua
Onde o amor nos fizer gente...

Tenho uma paixão secreta por teus olhos marrons.

Na verdade, sou apaixonada por todos os teus tons.




Marcas do amor

Passei as mãos nos cabelos
lembrei seu gesto de carinho
atendendo aos meus apelos.

Na doçura do momento
o amor deixou suas marcas
que faço dele meu alimento.

São sonhos inesquecíveis...

São sonhos ainda possíveis...

Rumo certo

Difícil abdicar do que se ama tanto
a vida perde muito do se encanto
e é preciso um novo encantar.

A vida com seu tempo métrico
bifurca a estrada em sentimentos sintéticos
buscando novo ritmo para caminhar.

Seguirei um outro rumo

Desvendarei novos mistérios



Minha iê iê ô

Minha mãe é a rainha da lua
das águas doces
do sentimento puro

É a senhora cercada de anjos
que se ajoelha na cachoeira
e nos embala com o seu canto

Ora iê iê õ!

Salve a Senhora da Bondade !




Sonho

Para que o sonho venha
E tome forma
E tome a mim

Basta um caminhar trôpego
Um sono leve
Um sono apenas

Para adentrar num mundo

Onde o sonho sempre vence


Amor...


Existe coisa
Mais piegas?
Mais chichê?

Do que o amor?

Existe coisa
Mais absurda , sem propósito
Quando olhamos alguém?

É a nossa vida,

A nossa razão de viver!



Recomeço...

Quem é você?
O que traz aí?
Por que me chama?

Não me iluda com seu sorriso
E lindas flores em suas mãos
Estou marcada pela tristeza

Amar não cabe dor,

Amar não cabe dúvida.



Dia risonho

O dia amanheceu muito risonho
Não como sempre aparece
Mas de um modo especial, sem igual.

Logo de manhã brisa suave
De tarde com raios de sol
De noitinha a garoa fria, euforia

Com o tempo ninguém pode.

Ele assim como vem, vai e foge.

Sensações

Uma é a sensação, emoção
que me invade a alma
e extravasa o meu ser...

Outra são olhares medrosos
melosos que queimam
e dilaceram a pele.

Uma sensação é amor.

Outra se transforma em dor.



As cores

As cores me fazem tão bem
me acalmam, me acham
e me dirigem a alma...

Se elas me chamam, clamam
pela paz que proporcionam...
me iluminam o olhar.

Cores são fantasias da alma.

Oh! paixão de infinita calma.



A vida

Como é grande a sensação
de alegria que nos causa a vida...
Feliz de acordar todos os dias....

É mais uma chance única,
irretocável de corrigir erros.
Valiosa oportunidade de acertos...

A vida é o bem mais precioso.

Viver é um ato audacioso!



Águas Passadas...

 Águas passadas não movem moinho,
Mas abrem o caminho 
Indicam o futuro.

O futuro pode ser melhor
Ou até mesmo mais duro, mas sempre
nos tornam um pouco mais maduros.

Sem o passado, o futuro poderia ser

Um pulo no escuro!




Sentir

Madrugada coração em trapos
Uma lagrima no cetim
No céu lampejam as faíscas

Raios, claros como o sentir!

Ardente tremor
Na vidraça, olhares sentidos.
Desabam os sentimentos

Da tua despedida!



Conflito de Poeta

Claro como o sentir
Do amor a fome
Vida é tempo que corre...

Solidão, dor que consome!

Na noite que desce
Do amor a fome
Sentir angustiante!

Na fome do poeta.


Manhã amanhecida cinza
Com gorjeios de pássaros.
Meu coração rejubilou.

A chuva acompanhou
As vozes cantantes.
Lavou a tristeza retida.

A lua em cruz, na janela

Permanece, na madrugada de outrora.




Na janela gradeada,
A lua cheia se mostra
Em magia de uma cruz.

Meu coração estremece
Ao ver esta imagem
Querendo mais e mais

No dia cinza, a chuva cai

Os pássaros gorjeiam, eu também




O rouxinol e o espinho

Da espontaneidade de afeto
Entre violino e clave de sol,
Eis que se recria o rouxinol.

Nos belos átrios do imperador,
Peito dardejante de amor,
O tolo rouxinol se deu à rosa.

Sua entrega incomodou tanto

Que um espinho calou seu canto.





Descuido

Recebi a reação da chama acesa
Na noite sem lua e sem romance
Em que minha alma se vira presa

Da ação idiota e descuidada
Sobreveio a paga, o meu quinhão,
De queimar o dedo por nada

Não encontrei a lua que me escapara

Nem achei a chave desta prisão.




Amor

E veio o amor que tanto esperei
E de repente quando menos imaginei
Ele se foi para sempre. Deixando-me doente

E agora o faço eu da vida sem você?
Diga-me ingrato!
Não foi este o nosso trato.

Fizeste-me acreditar...

Para depois me abandonar...




De um olhar

A chuva fina cai
e molha o sonho
da menina que passa.

Na praça vazia, silenciosa
ela brinca com os passos
e segue livre.

A chuva continuada encanta a vida.

Elabora ideias, aconchega a poesia.

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