vendredi 15 mai 2015

Sem direção...

 

Ando sem direção
 Por caminhos tortuosos...  
Sem saber!
Se um dia!
Poderei ser de fato feliz.
***
Vago por terras desoladas...
Sem conhecer...
Os meus próprios limites
Mas sei que a negra dor
Rasga a carne e dilacera a alma
***
O meu livre versejar
Verseja livremente...
 Voa pelo céu estrelado
E sem nuvens
E abraça os astros
***
Meus livres versos
Alçam as estrelas...
E se dispersam pelo cosmo infinito
São negros poemas
De dor...
***
Sigo pela estrada sem fim
Caminho sem destino
Sem saber ao certo
Se um dia
Poderia ser feliz de fato



Samuel da Costa 

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