samedi 7 juin 2014

VENCEDORES DO X CONCURSO LITERÁRIO POESIAS SEM FRONTEIRAS

Agradecemos a   todas entidades  que apoiaram o evento, principalmente Academia  Cabista  de Letras, Artes e Ciências /RJ; Academia de Letras de Teófilo Otoni /MG ; Clube dos Escritores Piracicaba  e à Ed. Celeiro de Escritores.
 
 
 
Até o II Prêmio Literário Escritor Marcelo de Oliveira Souza
Quem quiser ser avisado do próximo concurso de poesias é só mandar uma mensagem para marceloosouzasom@hotmail.com.
 
 Os vencedores do X concurso literário POESIAS SEM FRONTEIRAS são:
 
Menção Honrosa Internacional
Conceição Maia Rocha de Oliveira  - Aveiro - Portugal 
 
 
Terceiro lugar:
 Cléo Alves - Orlândia SP
 
Segundo Lugar:
 
Robison  José da Silva - Morrinhos GO
 
Primeiro Lugar:
 
Ricardo Augusto Rodrigues de Souza - Jaguarari BA
 
Menção Honrosa Nacional
Josénilson Ferreira Leite - Salvador BA
 
 
 
Parabéns a todos, pela vitória!
 
Pedimos aos  vencedores que enviem  uma foto segurando a premiação, junto com um depoimento, para divulgação do autor e do evento.
 
 
 
Marcelo de Oliveira Souza
 
Organizador Do   POESIAS SEM FRONTEIRAS
 
E  PRÊMIO ESCRITOR MARCELO DE OLIVEIRA SOUZA
 
www.poesiassemfronteiras.no.comunidades.net
 
http://marceloescritor2.blogspot.com
 
Face: psfronteiras


Marcelo de Oliveira Souza

Caminhos....

  
Hás de caminhar desde então,
Afinal escolheste veredas por percorrer,
Assim as terás ao final das etapas, cumpridas,
Mesmo entremeadas de sentimentos por padecer,
Teus passos fluirão em único sentido,
Bem sabes, há etapas do céu no final dos caminhos,
E ensejos diversos por serem melhor absorvidos,
Mantém-nos ao alcance direto das intenções sentimentais
Com que soubeste te enlevar pela brandura das inclusões
Junto a que o tempo te mostrará a nitidez do amor,
Assim, quanto mais te for possível caminhar, os ares
Ao derredor te acolherão entre auspícios de reconforto,
Porque soubeste das frutíferas opções com que reaver
O sentido que nos vínculos incluso sabemos, até que te
Foi possível compreender destinações vinculadas ao afeto,
Ah, caminhos, não nos importam detalhes, menos ainda
Que demasiado zelo lhes voltemos,
É nobre tarefa ao longo das horas, humano dever,
Meios profícuos de obtermos protetoras benesses deste
Afeto que sequer as eras poderiam ocultar, não incidisse
Sobre as mesmas o pulsar existencial de um fim a que se dar,
Chegando-se ao termo das etapas em sucessão, enquanto
Os sóis que ao longo do caminho lançaram brilhos, celebram
Conosco as mesmas razões que a tais estágios nos conduziram,
Estas horas que sempre corporificam causas preferenciais
Mui condizentes com o próprio amor.....!





José Roberto Abib - Capivari, 05/06/2014


Cafezinho



Penso que custe muito, especialmente às mães, que carregam consigo a responsabilidade íntima, desde a geração ao nascimento. Mormente, no mundo da informação rápida e democratizada, daquele primeiro choro respirar. Onde o novo humano apresenta-se. Inicia-se o custoso amor da amamentação e zelo, ação que nutre o conceito criador/criatura, tutela candura que formará para o bem ou para o mal, o novo racional. Razão daquele animalzinho frágil... Mãe é poesia da prosa, guia da cria! Rosa da rosa... Educa entrosa. Certo entrosamento seja inicial alicerce para o equilíbrio emocional, controlador do Id freudiano. Talvez mistério que encontramos em Max Planck: A ciência não pode resolver o mistério final da natureza. E isso porque, em última análise, nós mesmos somos parte da natureza e, portanto, parte do mistério que estamos tentando resolver.

Vivemos um tempo de mudanças, anarquias e andanças, linchamentos e matanças. Mentiras bem contadas que fazem vidas cortadas. Então pergunto às mães de tais diretrizes, de que filme são atrizes? Conluios políticos, escândalos sucessivos, até símbolos matrizes. Onde o vazio faz da até banana simbólica, certo que por nobre causa, o fim do racismo. Mas já que jogar algo faz moda, por que não um livro? Melhor que a banana, pois que ao mais de alimentar, faria pensar...

Pensando agora em reverso da moeda. Hoje instalando emblemática alça de apoio, para que minha mãezinha – aos 70 anos – possa equilibrar-se durante o banho... Melhor explicando emblemática, pois que significa presente além de amor recíproco ou cuidados motrizes necessários, diz respeito conquistado.

Assim com cafezinho (cortesia), Copa e tudo mais, Brasil caminha desesperadamente para uma jogada pela direita – ainda invisível – necessária, como na Europa, afinal o mundo já deu pérolas demais aos porcos... Anestesia de propostas indecentes, como a que ouvi dum amigo lá do sindicato, quinta próxima passada, via telefone: Tenho uma boa notícia, lembra-se daquela ação trabalhista ganha que já tem 25 anos e não foi paga a vocês? Pois é a empresa (governo) ofereceu novamente acordo e faremos uma assembleia para aprová-lo! Estão oferecendo 10% do valor em que foram condenados... Treta pagando conta pela gorjeta. Como bem diz o Arnaldo Bloch: “C’est Paris” ou pra chorar?

José Carlos Paiva Bruno

OABRJ 73304

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