samedi 15 février 2014

VARAL DE MARÇO ESTENDIDO!





O fato de ser mulher já é em si um grande fato. Fato? Fato!
Se vivemos hoje no ocidente com bastante liberdade, muitas vezes temos tendência a ignorar ou esquecer o trabalho que nossas ancestrais tiveram para nos legar a vida que temos hoje.
Mas isto nos é lembrado quando nos deparamos com vários problemas ligados às culturas orientais onde, em muitas delas, a mulher ainda é considerada um objeto ou menos do que isto.
Vemos com tristeza e absurdo cenas de violência física e psicológica que nos fazem pensar em que século vivemos. Mulheres sendo subjugadas, violentadas, tendo seus futuros negados e seus direitos completamente abafados. Hoje, em pleno século XXI.
Mas nem precisamos ir tão longe. Aqui mesmo no ocidente ainda temos o desprazer de assistir a estupros, violência doméstica, desqualificação da mulher no trabalho e tantas outras indicações, algumas sutis, outras não, de que os direitos femininos não estão totalmente adquiridos.
Mulheres são infinitas. Este é o tema de nossa edição de março. Infinitas porque iniciam a vida incessantemente, dando à luz todos os dias a mais homens e mulheres que povoarão o mundo e farão dele algo que se espera seja melhor e mais humano.
São infinitas as mulheres em seus anseios, seus sonhos, seu amor e suas vontades.
Marcadas pela maçã do paraíso religioso, ainda assim elas saem do mito e se transformam em Liliths e santas: são as guerreiras do dia a dia, as madres teresas de todo dia. São as maravilhosas criaturas que dão de si o que podem e o que muitas vezes nem podem.
Mulheres trabalham, lutam, são donas de casa, soldados, empresárias, faxineiras, engenheiras, cientistas, professoras, chefes de estado, escritoras... São sonhadoras, idealistas, realistas e realizadoras.
Mulheres são o motor que move o mundo, por elas e através delas os homens seguem seus caminhos. Com elas eles conquistam e com elas eles existem.
Celebremos as mulheres! Celebremos o infinito que vem do ventre e do coração de cada mulher.
Desejando que os direitos venham, num dia breve, a ser iguais para todo ser humano, em todo lugar de nosso Planeta.


Leia aqui:

Berlim – Filme francês concorre com Disney

 Rui Martins

Uma nova versão francesa, mágica e romântica, do filme A Bela e a Fera, do cineasta Christophe Gans, filmada com efeitos especiais e em estúdios da Babelsberg Film, em Potsdam na Alemanha, estreou no Festival de Cinema de Berlim.

A versão, baseada num livro de Gabrielle-Suzanne de Villeneuve, anterior ao utilizado nas outras versões, inclusive dos estúdios Disney e de Jean Cocteau, apresenta algumas variações na narrativa. Filme feérico, como define seu realizador, é também mágico e fantástico, dedicado ao público infantil mas certamente será visto por muitos adultos. São atores principais Léa Seydoux e Vincent Cassel.

Léa Seydoux é a nova grande star do cinema francês, depois do sucesso do filme A Vida de Adèle, premiado com a Palma de Cannes, no ano passado. Mas foi escolhida como atriz principal, encarnando a Bela, por ser uma star atípica do cinema francês.

Não se trata de um remake, faz questão de frizar o realizador Christophe Gans, que considera estar na mitologia grega e nos contos pagãos a origem dos contos de fadas, nada mais que versões critsianizadas do original mais bruto. Nos contos pagãos, envolvendo animais, são os deuses que vêm se misturar com os homens assumindo a forma de animais. Para ele, ecologista confesso, a alegoria da bela e da fera tem como inspiração a força da natureza.

Dada sua exuberância em imagens e efeitos especiais, o realizador explicou que poderia ter sido feito em 3D, mas isso implicaria num aumento de despesas da ordem de 30 a 40%. Ora, ele não queria de forma alguma ultrapassar o orçamento de 35 milhões de euros, previstos para o filme.


Para Gans, que foi jornalista antes de se dedicar ao cinema, foi uma das grandes emoções filmar nos estúdios de Babelsberg, onde grandes filmes foram feitos. Pelo menos mais dois outros filmes do Festival de Berlim têm cenas feitas em Babelsberg – o de George Clooney, Monuments Men, e de Wes Anderson, O Grande Hotel Budapeste.

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