mardi 11 février 2014

CONCURSO LITERÁRIO INTERNACIONAL


O QUE TEREMOS DE BOM, MUITO BOM, EM NOSSO ESTANDE NO SALON INTERNATIONAL DU LIVRE ET DE LA PRESSE DE GENÈVE!







Berlim – Comédia de costumes de Alain Resnais

Rui Martins

O cineasta francês Alain Resnais, realizador de Hiroshima Meu Amor, tem hoje 91 anos, mas continua na ativa e seu último filme, Amar, Beber e Cantar, estreou no Festival de Berlim.

Embora ausente dessa estréia, tendo ficado em Paris por questões de saúde, Alain Resnais já havia anunciado que seu filme mistura teatro com cinema e tem ilustrações do cartunista Blutch, um de seus preferidos.

O personagem principal do filme, George, nunca aparece em cena, mas se fica sabendo ser professor, estar com câncer e vida reduzida a alguns meses. Mas isso não impede exercer ainda um fascínio sobre as três mulheres da peça teatral original do dramaturgo inglês Alan Aickboum.

Num Festival com filmes de poucos diálogos, Amar, beber e Cantar é toda uma comédia de costumes construída em cima de pequenas intrigas, indiscrições, tentativas de infidelidades, confissões entre os seis personagens em torno do ausente George.

Mas é preciso se gostar do teatro à la française, com seus textos quase declamados com um certo gosto de old fashion. Para quem gosta (alguns não gostaram e foram saindo durante a exibição), é uma deliciosa comédia de original inglês totalmente afrancesado.

Os cenários são como palcos de teatro, nos quais os personagens entram e saem. Há um certo sabor em se ouvir Sabine Azéma, esposa, bem mais nova, de Resnais, recitar seu texto.


Da Inglaterra do autor, ficaramm as cenas de estradas e castelos *a sua beira. Na curva aparecem os desenhos de Blutch e o palco. Nada a ver com o cinema de ação dos americanos, mas um cinema de falação. De diversão ou entretenimento, dentro dos rigores e da etiqueta do comportamento francês. 

"Cineclube ABI-CAL - "A PAZ É DOURADA", dia 13/02, às 18:30h"

O Cine ABI, em parceria com o Cineclube da Casa da América Latina,

Apresentam, na abertura da temporada de 2014:



A Paz É Dourada

Direção de Noílton Nunes
2007
Ficção - 80 min

13 de fevereiro
quinta-feira
a partir das 18h30


na ABI
(Associação Brasileira de Imprensa)
Rua Araújo Porto Alegre, 71 - 7° andar
Centro (próx. ao metrô Cinelândia)



 
Sinopse: Com direção de Noilton Nunes e produção de Maria Sena, "A Paz É Dourada" é estrelado por  Breno Moroni, Katja Alemann, Quim Negro e Dlima Loes, além de participação especial de Grande Otelo em sua última obra. A narrativa do filme destaca os pensamentos pacifistas e ecológicos de Euclides da Cunha. A filmagem foi iniciada em 1986, com as primeiras cenas rodadas em 35mm na cidade de São José do Rio Pardo, no interior de São Paulo,  onde Euclides escrevia Os Sertões, sua maior obra, enquanto construía a ponte que atravessa a cidade. Mas o filme só foi concluído em 2007. Nesse intervalo, o roteiro foi se transformando, passando de um filme 100% ficção para uma obra que incorpora o próprio processo de realização em sua narrativa. O filme retrata também importantes passagens da vida do escritor, como o convite pelo Barão do Rio Branco, Ministro das Relações Exteriores do Brasil, para chefiar uma expedição ao Alto Rio Purus, no Acre, e sua morte, em 15 de agosto de 1909, em um duelo com Dilermando, amante de sua mulher, Ana.

Após a exibição do filme, haverá debate.
 
Serão concedidos certificados aos participantes.

Os 25 primeiros que chegarem terão direito a pipoca e guaraná grátis!
 
 
cortesia: Sindipetro-RJ 
apoio: ABI Associação Brasileira de Imprensa 
realização: Casa da América Latina 

ShareThis

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...