lundi 3 novembre 2014

Zaphir

Zaphir
A Guerra dos Magos

Um romance de aventura e fantasia que vai surpreender você.

Gabriela é uma menina diferente. Gosta de futebol, jogo de taco e uma boa briga. Às voltas com as contradições e as agruras do começo da adolescência, ela tem que lidar ainda com o olhar das pessoas sobre si.
Em seu comportamento ambíguo ela foge dos padrões e as pessoas normais não gostam daqueles que ousam ser diferentes. As meninas a detestam pelo pouco apreço que ela demonstra pelas referências mais comuns do universo feminino. Os garotos, por sua vez, não sabem como lidar com uma menina que age como um deles. Eles a chamam de “Perereca Musculosa”, uma alcunha que ela ostenta com aparente satisfação. Entretanto, o que se vê na aparência nem sempre corresponde à verdade.
Um dia Gabriela encontra Michel, um nerd solitário e invisível para a maioria das pessoas, exceto para ela. Assim, uma bela amizade se inicia e a vida já não lhes parecia tão hostil e tediosa. Então algo extraordinário acontece quando experimentam um estranho jogo de videogame. Como por encanto, eles se transpõem para outro mundo. Um lugar de magia e encantamento. Lá eles são pessoas diferentes, com habilidades sobre-humanas, e com possibilidade de viverem grandes aventuras.
A menina desengonçada se transforma de repente numa bela mulher adulta e experimenta sensações que nunca imaginaria viver. Na pele de uma guerreira audaciosa e mortal, ela compartilha a alma com uma criatura originada no coração negro de uma deusa sombria.
O menino, perseguido na escola por gangues de valentões, de repente conhece possibilidades inacreditáveis, ao ser apresentado por um elfo aos poderes mágicos de um mundo repleto de aventuras e perigos.
Você voltaria para a vida anterior, comum e sem graça? Esse é o maior dilema que se apresenta para eles, e o maior perigo que enfrentarão é o esquecimento de si mesmos.


Sobre o autor:

Nascido no fim da década de 1950, na cidade de Tubarão, em SC, Gilmar Carlos Milezzi, viveu a adolescência em Florianópolis, num período de grandes manifestações políticas e culturais. Nessa época, o menino sonhador, frequentador assíduo das sessões dominicais do Cine Glória, pensava em ser escritor. Por conta disso, mergulhava nos livros de Emílio Salgari, Julio Verne e Mark Twain, os quais ele lia com a vontade de quem queria aprender os segredos de uma boa narrativa. Por influência direta do pai, leitor voraz de histórias em quadrinhos, tornou-se também um ávido consumidor de gibis, os quais costumava trocar na fila do cinema.
De tanto viajar nas histórias de aventuras e fantasia, decidiu que um dia escreveria suas próprias histórias. Desse vago projeto, acalentado e empurrado com a barriga durante anos, surgiram algumas peças infantis, contos e crônicas, publicados em pequenos jornais e blogs ou simplesmente esquecidos numa gaveta. Este romance significa a concretização do velho sonho de menino. O primeiro de uma série que ainda virá, assim ele espera.

Publicações do autor na internet:

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