mercredi 26 mars 2014

Madrugada

Germano Machado

Nesta madrugada que vem surgindo, do escuro com pontos iluminando-se, quase o dia nascendo, a face do sol aparece a pouco e pouco. Dirijo-me interiormente a Vós, ó Luz das Luzes, Luz de toda cosmicidade externa e interna. A Vós, luz plenificada, para que hoje me clareeis os caminhos, eviteis as trevas, abra-me todo o devido possível, esclareça e que eu tenha o discernimento das coisas como as luzes que vão se alargar em toda a infinitude da terra e do universo.
Esta madrugada e esta manhã são silentes, senti-me e me sinto ainda, no ambiente em torno, volto-me para Luz. A Luz é o Amor! Por que só na dor vos lembramos? Por que só nas dificuldades nos aproximamos de vós, Luz das Luzes? Que os nossos olhos, o nosso coração, e o nosso ser, o dentro, sejam os olhos a ver-vos, ó Luz. Desculpai, Luz das Luzes, Luz para iluminar a nossa cegueira. Se não nos limpai as vistas, cegos ficamos; se não nos iluminais, não veremos Luz em tudo em derredor nos homens e nas coisas. No meu caso, Iluminado Infinito como ancião, ainda mais preciso ver intimamente. Dai-me, enfim, o Dom do discernimento, mesmo que " mereça" um "nadinha", mas que chegue à lucidez e veja... Esse discernimento verá toda a vossa obra em mim e nos outros. Se não por mim, que não mereço, que eu tenha discernimento lucífero, um pouco oferta vossa que agradeço.

Da mesma forma, iluminai minha dileta amiga suiça Jacqueline Aisenman e a sua obra que visa lucificar as inteligências de homens e mulheres de todo o mundo e, sobretudo, do Brasil e da pequena - grande nação Suiça para que, lucificados, lucifiquem a Terra.

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