mardi 18 février 2014

Corpo sem alma


                                                                               Irene Coimbra
Aproximei-me do caixão fúnebre
e olhei para o rosto de aparência calma
naquele corpo sem alma.

Fiz um esforço
pra ver se a alma ainda estava por ali
mas, apesar do esforço, não a vi.

Sua missão na Terra já havia cumprido,
 e de volta ao Lar Celeste, partido.

Mãos se uniram em oração
e a Deus um pedido de perdão.

O caixão foi lacrado e para o crematório levado.
Um punhado de cinzas restou,
que o vento levou!

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Reflexão

Por que discutirmos tanto por coisas banais?

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