lundi 24 juin 2013

I PRÊMIO VARAL DO BRASIL DE LITERATURA 2013: RESULTADO





VARAL DO BRASIL
Anuncia o resultado do

I PRÊMIO VARAL DO BRASIL DE LITERATURA 2013

VENCEDORES
CONTOS – A minha aldeia tem janelas – Maria João Saraiva
CRÔNICAS – Breviarium – Fabiana de Almeida
POEMAS – Se é preciso dizer adeus – Sandra Nascimento

2º LUGAR
CONTOS – Amor sem volta - Ivane Laurete Perotti
CRÔNICAS – Discutindo a relação - Marcos Mairton
POEMAS – Luto – Camila Mossi de Quadros


MENÇÕES HONROSAS AOS SEGUINTES PARTICIPANTES (sem ordem ou categoria definidas)


O amor em 3 dimensões – José Anchieta F. Mendes
Meu pequeno salvador – Leni André
A decisão – Rui Pinheiro
O sequestro da noiva – Maria Josefina Nóbrega
Ferida qualquer – Ricardo Belíssimo
Aposentadoria – Maria Edviges Machado

Primavera – Marly Rondan
O farol – Júlia Rego
Sentimento de uma primavera – Yara Darin
A professora – Evanise Gonçalves                                                                                     

Varal – Silvana Pinheiro
Desejo de poeta – Vera Lúcia Erthal
Que dança é essa? – Dalila Lubiana
Inventei manhãs - Maria João Saraiva
O Silêncio e a Palavra – Angela Guerra
Mais uma de amor – Vítor Deischmann
Poesia-Menina – Onã Silva
O Romance internautês – Onã Silva
A Rosa Vermelha – Iris Berlink
O Prêmio – Roberto Saturnino Braga
Infinito Alvorecer – Daniele Fernanda Eckstein
Lulu, ou as coisas que não têm alma – Rejane Machado
O Diálogo que não ocorreu (Shampoo) – Fátima Rodrigues
O Amor é cego, surdo e mudo?! - Rogério Araújo
Chuva de Verão – Vicência Freitas Jaguaribe
Memórias da Infância – Isis Berlink Renault
Varal – Sonia Maria de Araújo Cintra
Canção de Ninar – Maria Aparecida Felicori (Vó Fia)
Recônditos do silêncio de uma mulher – Jeanne Paganucci
Trombando com o Inúmero – Gaiô (Maria Aparecida Rezende Gaiofatto)


O Varal do Brasil agradece a todos os participantes e congratula a cada um pelo excelente nível dos trabalhos enviados.
O Varal do Brasil agradece à comissão julgadora que teve o difícil encargo de ler e escolher entre os tantos trabalhos enviados aqueles que hoje aqui se encontram.

Em breve os textos serão publicados na revista Varal do Brasil (revista de novembro, edição de aniversário).

O anúncio oficial será feito dia 2 de agosto de 2013 em Florianópolis, durante o lançamento do livro Varal Antológico 3.


O resultado também estará em nosso site:
Em nosso blog
Em nossa página no Facebook


REGULAMENTO - REVISTA CULTURAL LI-CUNGO

O Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora (C.E.M.D.) decidiu, com o apoio da Associação Lusófona para o Desenvolvimento, Cultura e Integração (A.L.D.C.I.), lançar o regulamento para a publicação da Revista Cultural LI-CUNGO.
A participação nesta publicação é restrita aos membros associados do Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora, que tenham as quotas de 2013 actualizadas ou que se inscrevam até 15 de Julho de 2013. Todos os participantes seleccionados tem direito a 1 (um) exemplar gratuito.

Enviem as vossas colaborações.
Envio em anexo o regulamento, juntamente com a respectiva inscrição. Envio também a ficha de inscrição de novos sócios, para quem quiser aderir à nossa associação. Também podem inscrever-se ou consultar o regulamento directamente neste link:  www.cemd.tk
LI-CUNGO
Revista Cultural
REGULAMENTO 2013
1.º O Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora decidiu lançar o regulamento para a Revista Cultural LI-CUNGO, com o intuito de promover todos os seus membros associados.

2.º A Revista Cultural LI-CUNGO destina-se a todos os membros associados do Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora, que residam em qualquer país do Mundo e tenham a quota anual de 2013 actualizada ou que se inscrevam como sócios até 15 de Julho de 2013.

3.º A Revista Cultural LI-CUNGO é coordenada pelo escritor Delmar Maia Gonçalves e pelo Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora, com o apoio da Associação Lusófona para o Desenvolvimento, Cultura e Integração. A selecção dos poemas a editar é da responsabilidade da Comissão de Avaliação, constituída por 3 elementos do C.E.M.D.

4.º Para fazer parte da Revista Cultural LI-CUNGO, cada participante deverá enviar um poema , conto, ensaio ou crónica, com o máximo de 5 páginas (25 linhas – formato A5 - cada página). Também poderão participar com ilustração ou fotografia (impressão a preto). Cada candidato poderá participar com apenas 1 (um) trabalho de qualquer categoria e responderá perante a Lei por plágio, cópia indevida ou outro crime relacionado com direitos de autor.

5.º Cada autor que participe com categoria de poesia, conto, ensaio ou crónica deverá enviar uma pequena nota de apresentação (máximo 4 linhas) e respectiva fotografia, para publicação na antologia. Os autores que participem com categoria ilustração ou fotografia deverão enviar o nome artístico, país e nome da obra.

6.º O tema é livre, cabendo no entanto à Comissão de Avaliação, considerar a pertinência da sua publicação. Todos os trabalhos inscritos serão submetidos à Comissão de Avaliação que, em tempo útil, informará o participante sobre a selecção, ou não, do(s) poema(s) ou conto(s)enviado(s). Os critérios de apreciação serão da responsabilidade da Comissão de Avaliação.

7.º Os poemas e os contos deverão ser digitados em Word, corpo 12, Times New Roman, em língua portuguesa e deverão ser entregues em formato papel ou digital.

8.º As participações deverão ser enviadas para: Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora, Praceta Dr. Oliveira Martins lote 9 R/C Dt., 2775-060 Parede – Portugal, ou através do endereço electrónico cemdiasp@gmail.com ou através de inscrição directa no site www.cemd.tk, até ao dia 15 de Julho de 2013, acompanhados da respectiva ficha de inscrição e comprovativo de pagamento da quota anual de 2013. Este regulamento e ficha de inscrição estão disponíveis em: www.cemd.tk ou poderá obtê-lo enviando uma mensagem com a sua requisição para o endereço electrónico acima mencionado.

9.º Cada autor terá direito a receber 1 (um) exemplar da Revista Cultural LI-CUNGO gratuitamente.

10º A Revista Cultural LI-CUNGO terá um preço fixo de 10€ por exemplar. Os autores
que pretendam fazer encomendas superiores a 5 exemplares terão isenção nos custos de envio ou um desconto de 10%. As reservas poderão ser feitas antecipadamente através do email de contacto disponibilizado neste regulamento.

11.º No caso de existir receitas com a publicação da Revista Cultural LI-CUNGO, estas reverterão como donativo para outros projectos culturais organizados pelo Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora.

12.º A Revista Cultural LI-CUNGO terá o formato A5, miolo papel C.B.C. de 80 gr.s a uma cor, capa a 4/0 cores de 260 grs. Também será publicada em formato digital em formato PDF. Será editada e publicada pelo Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora. Será ainda feito o registo da obra através do Depósito Legal e inscrição no ISBN (International Standard Book Number).

13.º Os poemas seleccionados, depois da edição da Revista Cultural LI-CUNGO, poderão ser publicados noutras edições fora do âmbito do Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora visto que o Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora não assume os direitos dos mesmos, entendendo que cada autor é inteiramente livre de publicar os seus poemas onde e quantas vezes o entender.

14.º O participante assume o compromisso de conhecer e cumprir este regulamento e aceitar as decisões adoptadas pelo Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora, entidade responsável pela coordenação e direcção da Revista Cultural LI-CUNGO. O não cumprimento deste regulamento implica a exclusão dos trabalhos na Antologia Universal Lusófona.



Para mais informações:
Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora
Tel: 912107297



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CEMD

Cìrculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora

OS BALÕES

Odenir Ferro


Aquele morador de um bairro rural podia notar, naquele dia, num ponto muito alto de um fio elétrico de alta-tensão, um pombo-do-mato: - Ali, a descansar imóvel! Ele caminhava pelo matagal nas cercanias regionais da Cidade Azul de Rio Claro. Fora neste momento que ele pudera estender a sua visão para um pouco mais além, e também observar, que lentamente a se movimentar no ar, havia um balão.

Um balão, que de tão azul-claro era a sua cor, quase se camuflava com os azuis tons enevoados daquela manhã graciosa e levemente fria. Aonde o sol, subindo além dele, mais distante do pombo-do-mato e muito mais acima do balão, morosamente vinha. Despontando-se e deixando as brumas da manhã, aos poucos, irem-se dissolvendo entre as pétalas verdes dos gramados em que ele pisava.

E, na unicidade instantânea do momento, havia uma distância espacial bem próxima a ele. O dia estava muito bonito. O céu foi clareando-se e se tornando cada vez mais azulado ao mesmo tempo. Então ele se lembrara de que está acontecendo a Primeira Copa Rio Claro de Balonismo. Evento igual ao de outros anos passados mais recentes, em que a Cidade Azul tão querida por nós todos, viera sediando e promovendo - criando um festival de cores - dentro do azul mais anil da Cidade.

Ele pudera então recordar-se que os Balões esbanjam um colorido visual de belos tons em desenhos multicoloridos. Destacando-se nos diversos cenários da cidade, ao movimentarem-se lentamente entre as casas, os prédios, sítios, estradas, por todos os lugares, enfim. Por onde navegam garbosos e vagarosos: - Uns mais altos, outros mais baixos, uns próximos, enquanto outros recortam o azul infinito do céu; rumando mais além e separado dos demais do grupo... Vão contracenando com todas as belezas pitorescas da nossa querida Cidade de Rio Claro. Vão enaltecendo-a com um brilhantismo todo especial, deixando-a mais imponente e muito mais glamorosa, do que ela já é.

Os Balões enfeitam e dinamizam o céu mais azul da nossa belíssima Cidade Azul!

Eles vão interligando com talentosa maestria e de magnífica forma, as refinadas desenvolturas naturais das belezas poéticas incontidas por todos os hemisféricos esparramados por todo o perímetro urbano e rural da cidade; aproximando as distâncias, e criando um espetáculo de cenas mudas. Contendo muitos subtextos por palavras emotivas não muito articuladas ou pouco verbalizadas, pelas bocas contemplativas nos olhos boquiabertos das pessoas - que com os pés no chão, - onde estiverem os notam sobrevoando o céu: - Com admiração, plenos de imaginação, respeito e encanto!


O Autor é Escritor, Poeta, Embaixador Universal da Paz! Título Concedido pelo Cercle Universel des Ambassadeurs de La Paix Suisse/France.
Autor de vários livros, dentre eles o atual, Às Meninas que sonham (Pétalas d’água) publicados pela:
Para aquisições exemplares dos livros: acessem: www.livrariacultura.com.br, pesquisando:
Odenir Ferro


A FESTA DAS ALMAS LIVRES


O  sublime  sentido  da verdadeira
Festa de São João



Não só no tempo de São João
No verão do Hemisfério Norte,
Mas em qualquer lugar, a todo momento,
Que sejam para o bem da Humanidade
Nossos melhores atos de amor
Em benefício  do irmão que sofre
À luz do ardor da bem-aventurança em Deus!




Não ficar com o melhor quinhão,
Nem reter o que há de melhor prá si,
Ofertar o que há de melhor em si no altar
Do sacrifício  em prol do irmão que sofre
É o sentido sublime da vivência
Da verdadeira Festa de São João na
Atualidade:
A festa das almas livres.
Em cada ato de socorro ao irmão que sofre no campo social
Renovamos a essência da verdadeira festa de São João.





Que a legitimidade da verdadeira festa de São João
Cresça em nossos corações, à luz da bem-aventurança em Deus,
Substituindo, progressivamente, a comemoração superficial
E limitada do homem materialista!






Gildo P. de Oliveira
Rio   Verde, Goiás,
23.06.13


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