jeudi 28 février 2013

Regulamento I PRÊMIO VARAL DO BRASIL DE LITERATURA


REGULAMENTO DO CONCURSO CULTURAL "1º PRÊMIO VARAL DO BRASIL DE LITERATURA - 2013", PROMOVIDO PELA
REVISTA VARAL DO BRASIL

A finalidade do presente concurso é a divulgação da Língua Portuguesa e da arte literária mediante premiação das melhores obras literárias dentro do proposto no regulamento a seguir:

1.   Poderão participar do concurso pessoas maiores de 18 anos que sejam brasileiras ou estrangeiras e que escrevam na Língua Portuguesa.
2.   Serão consideradas três categorias: contos, crônicas e poemas.
3.   Os originais deverão ser inéditos e escritos em Língua Portuguesa. Os contos, crônicas e poemas não poderão ser traduções de originais de outros idiomas e não poderão ter sido publicados anteriormente em nenhum meio de comunicação, impresso ou virtual, e poderá ser chamado às vistas da lei.
4.   O conteúdo dos originais seguirá o critério seguinte: o tema é LIVRE, ou seja, o autor poderá escrever sobre o assunto de sua escolha. Os textos não deverão trazer temática partidária, seja ela política, religiosa, racial ou outra. Textos que possuam conteúdo partidário político, religioso, racial ou outro e textos que contenham pornografia de qualquer espécie serão desclassificados deste concurso sem mais.
5.   Cada candidato poderá concorrer nas três categorias com um trabalho em cada uma delas no máximo. Para cada categoria o candidato deverá fazer uma inscrição separada e enviar também separadamente, o material a ser avaliado no concurso.
6.   A inscrição dos originas deverá ser realizada no período entre 1º de fevereiro e 30 de abril de 2013, mediante o pagamento de uma taxa de inscrição e do envio dos originais a serem avaliados para o e-mail varaldobrasil@gmail.com nas condições abaixo discriminadas.
7.   O valor da taxa de inscrição fica estabelecido em: CHF 25,00 (vinte e cinco francos suíços) para a Suíça; BRL 45,00 (quarenta e cinco reais) para o Brasil e EUR 20,00 (vinte euros) para todos os demais países. O valor deverá chegar ao VARAL DO BRASIL isento do pagamento da taxa de transferência bancária ou depósito bancário. 
8.   As coordenadas bancárias para o pagamento da taxa de inscrição deverão ser solicitadas através do e-mail varaldobrasil@gmail.com
9.   Os interessados preencherão a ficha de inscrição que será enviada junto do texto (folha separada) e comprovante de pagamento da taxa de inscrição. Uma foto de rosto deverá ser enviada junto ao restante do material solicitado.
10.   As inscrições serão realizadas apenas online, por intermédio do e-mail varaldobrasil@gmail.com  e o autor deverá utilizar um pseudônimo que será indicado em sua ficha de inscrição.
11.   As crônicas e os contos deverão ser enviados em formato A4, letra Arial 12. Os contos deverão ter no máximo duas páginas e as crônicas no máximo uma página.
12.   Os poemas deverão ser enviados obedecendo às mesmas condições dos itens 10 e 11, mas contendo no máximo 1 página.
13.   Não serão considerados válidos textos que vieram colados no corpo do e-mail nem textos que vierem sem o comprovante de pagamento da taxa de inscrição.
14.   Para seleção das melhores obras o VARAL DO BRASIL formará uma Comissão Julgadora que estará apta a avaliar os originais enviados de acordo com os critérios editoriais, criatividade e estilo para desta forma escolher os vencedores do presente Prêmio.
15.   Toda e qualquer decisão tomada pela Comissão Julgadora será irrevogável. E para a decisão não cabe nenhum tipo de recurso ou medida judicial. A inscrição no concurso implica na aceitação de todos os itens deste regulamento.
16.   A escolha das melhores obras literárias será publicada no mês de junho de 2013 no site e blog do VARAL DO BRASIL (www.varaldobrasil.com e www.varaldobrasi.blogspot.com) e divulgada amplamente.
17.   Os vencedores em cada categoria receberão certificado do I PRÊMIO VARAL DO BRASIL DE LITERATURA, além da quantia de CHF 500,00 (quinhentos francos suíços) e a participação como convidados no livro VARAL ANTOLÓGICO 4 a ser editado em 2014.
18.   Os detentores do segundo lugar em cada categoria receberão Menção Honrosa, mais a quantia de CHF 300,00 (trezentos francos suíços) e a participação como convidados no livro VARAL ANTOLÓGICO 4 a ser editado em 2014.
19.   Do terceiro ao décimo lugar: Menção Honrosa e possibilidade de participar do livro VARAL ANTOLÓGICO 4 (mediante pagamento de inscrição com valor privilegiado).
20.   A nominação e comunicação dos premiados será feita por e-mail.
21.   Fica autorizada a publicação pelo VARAL DO BRASIL na revista VARAL DO BRASIL, no livro VARAL ANTOLÓGICO 4 e nos blog e site do VARAL DO BRASIL de todos os textos inscritos, sejam eles selecionados ou não. Os candidatos autorizam o uso e a veiculação do seu nome pelo VARAL DO BRASIL ou por terceiros por ele autorizados, inclusive para fins comerciais.
22.   A apresentação dos originais para concorrer ao I PRÊMIO VARAL DO BRASIL DE LITERATURA implica expresso acordo às normas apresentadas no presente Regulamento.
23.   Os prêmios são pessoais e intransferíveis e não poderão ser trocados por quaisquer outros produtos ou serviços.
24.   Todos os casos não previstos nas normas deste Regulamento serão resolvidos diretamente pelo VARAL DO BRASIL.
25.   A organização do VARAL DO BRASIL se reserva o direito de recusar qualquer candidatura que acredite não respeitar as normas deste Regulamento ou por outros motivos que a organização do I PRÊMIO VARAL DO BRASIL DE LITERATURA achar pertinente.


E EU SEI FAZER VERSOS?


Obs.: O telefone pra contato é: 11-99882-0770

ASAS do INTENTO


ASAS do INTENTO-de Marco LLobus 

Tive o contentamento e a emoção de prefaciar ASAS do INTENTO, do poeta, editor, fotógrafo, ativista cultural Marco Llobus.
Vale a pena ler.Poesia pura-em tom maior!
É o segundo livro  do poeta, que publicou, em papel, Dores de Indaiá nas memórias de Tapuia.

Clevane Pessoa 
Belo Horioznte-MG-Brasil

ASAS do INTENTO é e-book , no ISSUU 

Asas do Intento

issuu.com/redecatitu/docs/asas_do_intento

Asas do Intento Marco Llobus REDE CATITU CULTURAL Asas do Intento Poemas Marco Llobus 1 Edi o 2012 Belo Horizonte REDE ...



Crônica da Urda


TEMPOS FELIZES 1
- A nova casa
(Texto do livro "Meu cachorro Atahualpa", publicado em 2010)

Agora é o tempo da Alegria. Já fez 13 meses que estamos morando neste condomínio que é como que um pequeno paraíso, e onde a vida segue com tal suavidade que fica até difícil explicar.
No começo, ainda havia três casinhas em construção aqui bem perto, mas agora elas ficaram prontas e só há um único terreno vazio, ainda, esperando por uma construção. Como em qualquer comunidade do mundo há aqui gente diversificada e com gostos e hábitos diferentes, mas no geral, há uma grande harmonia envolvendo tudo. Aqui é a parte alta de um vale onde a gente pode avistar muito longe, vendo morros verdes e morros azuis, lá na distância, e quando Atahualpa e eu chegamos aqui, nossa varanda não tinha cerca nem portão, nosso jardinzinho abandonado era cheio de brita e nossa casinha era pintada de um verde bem escuro.   
O primeiro passo era cercar nossa varanda e jardim para que Atahualpa pudesse ficar solto; depois, havia que tirar a brita e fazer o jardim, o que fiz com as plantas que sempre tinham agradado ao meu cachorrinho: macia grama pelo de urso para ele se deitar; certas plantas de finas folhas altas esbranquiçadas para ele fazer xixi, e um carreirinho de flores para mim. Atahualpa sempre gostara tanto daqueles canteirinhos de grama pelo de urso que houvera no nosso passado, e sempre quisera tanto poder deitar e rolar em cima daquela grama, e sempre levara tantas broncas de síndicos e outras pessoas por tal motivo, que eu não via a hora em que ele tivesse o seu gramado particular. Também sempre gostara tanto de fazer xixi naquelas folhas finas e esbranquiçadas que encontrara no passado, e também levara tantas broncas por tal causa, que quando plantei aquelas plantas fi-lo na certeza de que estava construindo um pequeno paraíso para o meu cachorro. Mas o que tinham feito com ele, no entanto! Tantas broncas levou por querer ser feliz com as plantinhas de que gostava, que agora que tem, realmente, o jardinzinho que lhe prometi, nunca pisa nele, tão condicionado está de que aquelas plantas são proibidas.   Quem realmente usufrui daquele jardim é o Preto, o cachorro da Monique e da família da casa vizinha, que tinha apenas 3 meses quando viemos morar aqui.
Preto é um caso à parte, neste condomínio onde vivem muuuuitos cachorros. Ele me foi apresentado como Preto, mas, naquela altura, seu nome ainda estava indefinido, e sua família também o chamava de Cusco.  Acabou tendo o impressionante nome de Cusco Preto.
Assim como Atahualpa é um cachorrinho atarracado, forte e musculoso, Preto é um cachorro alto e de corpo fino, mas que cria tal quantidade de pelos, de vez em quando, que mais parece um assustador leão, e a gente pensa que ele é enorme. No entanto, até hoje, já em idade adulta, passa sem esforço pelas grades da nossa varanda e está sempre a roubar a comida do Atahualpa e na nossa casa ele se sente como se estivesse na casa dele. Quando meu cachorro ouve o portão da varanda tremendo por causa da velocidade com que o Preto o atravessa, sai em disparada para salvar seu osso preferido naquele dia – e o Preto aproveita e rouba a outra comida disponível que há! Penso que nossa vida, no entanto, não seria tão divertida sem a existência do Preto na casa da família Schörner, ao lado da nossa, e sem as brincadeiras, estrepolias e encrencas que os dois cachorros fazem juntos, com Monique sempre a acudir as artes do Preto aqui e ali, encantadora Monique que há pouco fez 9 anos, e que, além dos luminosos olhos azuis e tantas outras qualidades de criança que se sabe muito amada e muito querida, ainda usa fascinantes pantufas peludas nas manhãs frias, que me encantam a ponto de me por a fotografá-la. E Monique é apenas uma das tantas crianças que brincam ao lado da nossa casinha e na nossa varanda, trazendo todo um colorido às nossas vidas.   

Urda Alice Klueger
Escritora, historiadora e doutoranda em Geografia pela UFPR  

"Eu me dei conta de que cada vez que um dos meus cachorros parte, ele leva um pedaço do meu coração com ele. Cada vez que um cachorro novo entra na minha vida, ele me abençoa com um pedaço de seu coração. Se eu viver uma vida bem longa, com sorte, todas as partes do meu coração serão de cachorro, então eu me tornarei tão generoso e cheio de amor como eles."  (Autor desconhecido) 

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