mercredi 27 mars 2013

ACHEI DUAS VIDAS



Hoje, 19.03.2013, Dia de São José, fui ver meu primeiro bisneto VICTOR. Nasceu ontem à noite. Já louvado e forte, porque como todos sabem, José, carpinteiro aposentado, no céu não pede, manda. O Filho dele sorri e lhe pousa a mão no ombro.

Ué! O que isso sugere? Assim que Victor andar pra lá e pra cá, deverá ir à Igreja de São José, na av. Pres.Antonio Carlos - Rio de Janeiro. Há uma entrada no canto direito do altar, que leva a um tipo de caverna. Lá, o visitante vê o que não deve ser revelado a ninguém. Ninguém mesmo! Impressiona. Comove. Eleva o espírito. Lava a alma. É misterioso. E quem fizer um pedido, será atendido.

Além dessa cobertura divina, Victor mereceu ter uma priminha “muito mais velha”, já com um ano. Beatriz – Bia. E quem tem uma prima dessa, medo de quê? Porque essa minha bisnetinha é carismática. Espalha luzes em missão superior. Já sabe pescar com o semblante irrequieto, olhar disposto à beleza.  E o melhor de tudo é que cria a alegria, não espera que a alegria venha. Sua cadência abre caminhos.

Victor, pintoso, leva  pinta de que será um  artista consagrado. Acho que cantor, músico, compositor inspirado. Talvez acumule a qualidade de grande escritor. E embora não tenha José no nome de batismo, descortina ser conhecido como Zé Victor, devoto de São José. Fará jus ao corpo fechado, aberto à bondade. E pra completar ser viga-mestra, as letras desse nome, ainda que virtual, somam 8, número altamente cabalístico.

Pressinto que Beatriz e Victor já vieram combinados, de reencarnações iluminadas. E os Anjos da Guarda deles são velhos amigos, desde os tempos em que não se trancavam portas e janelas eram escancaradas às serenatas.

Na minha idade provecta (29.310 dias), julgava-me de missão cumprida, mas agora surpreendo-me ao achar duas vidas, na exuberância dessas criaturinhas abençoadas, às quais me curvo: bença, Bia. Bença, Zé Victor.

Aguinaldo Loyo Bechelli

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