samedi 22 décembre 2012

PONTO DE ULTRAPASSAGEM


Em princípio, não esperes...
Procures auxiliar, sempre,
À medida que socorres os carentes
Algo adverso se reconcilia contigo mesmo.
Avança sempre em socorro do irmão que sofre,
Não esperes alguém sinalizar que um infortunado
Aguarda auxílio ao longo do teu caminho,
Estejas sempre de prontidão para tu mesmo identificar
O desolado, o faminto, o oprimido em qualquer situação.
Clareia os pensamentos, abençoando os que sofrem,
Os que o Destino depositou em teu caminho,
Mesmo que suas chagas te custem um desdobramento
De atenção ilimitada e um desgaste imensurável.
A paz e a bem-aventurança são patrimônios do coração
Na razão única e altruísta de serem conquistas
No campo social através da doação e do reto servir.
Olha a Natureza se regozijando com a evolução humana,
E mesmo sem o dom, da ‘ fala’, ela se expressa às almas
Sensíveis, que podem ouvi-la na solene linguagem divina
Do criador perene.
O Sol brilha não apenas no Céu, mas também na consciência
Clara, que leva os pensamentos luminosos ao coração;
Neste o Cristo recebe a luz de Micael; e juntos, a luminosidade
Da sabedoria celestial  de Micael e a calorosidade do amor puro do Cristo
Abraçam o peregrino e lhe desejam um bom dia; Bom –dia!
Tudo é aproveitável, tem sentido; cada segundo nos permite
Aprender mais; cada silêncio franqueia ao homem a ocasião
Para preencher-se a si mesmo com uma nova sabedoria de vida;
Cada novo ato verdadeiro alcança a aquiescência do Cristo
E se torna o farol-guia para  nossas novas ações.
Sorria sempre, pois o sorriso é o grande instrumental,
 e o ponto de ultrapassagem de cada limitação para uma
nova concepção de vida, de consciência e de ser,
compreensão esta centrada doravante  no Cristo Jesus.

Gildo P. Oliveira
Natal de 2006, RIO VERDE, GOIAS.
Integra o livro  A BUSCA DA FERRADURA DE OURO, A ANCORA E A CHAVE
Editado em 2012.

Que venham dias lindos.... (Texto de Natal de Elaine Tavares)


farejando auroras...
por elaine tavares
E então já está por aí o natal. É o que me diz a televisão em promoções a granel.  Já, para mim, essa não é uma data de presentes e compras compulsivas. É o aniversário de um dos meus deusinhos:  Yeshua, Jesus. Digo deusinho porque não arrogo a ele poderes sobrenaturais. O vejo assim, homem, cheio de dúvidas sobre seu destino, a clamar pelo pai na cruz. O vejo menino, a questionar as leis juntos aos velhos encarquilhados em certezas ultrapassadas e aprisionantes. O vejo jovem, a arrancar os outros de seu conforto, propondo a ilegalidade e a rebeldia. Gosto demais desse Jesus arrogante, a expulsar vendilhões do templo, denunciando-os e apontando-lhes o dedo. Encanto-me com o Jesus que se coloca diante do poder e, arriscando morrer, levanta a cara e diz ao ser acusado de ser deus: “assim o dissestes”. E se entrega ao juízo do povo, mesmo sabendo que esse mesmo povo que ele tanto amou, o vai abandonar, preferindo Barrabás. É esse guri que eu espero nas noites de natal. Aguardo, cheia de esperança, que ele renasça nos jovens que vejo andar por aí a fazer a luta, a questionar as leis, a apontar os vendilhões, a demolir as certezas de um sistema que mata e exclui.
Sei também que a data do natal está conectada a tempos ancestrais, celebrados desde as eras imemoriais por todas as culturas da terra. O solstício de verão, o começo de uma nova estação cheia de beleza e luz. Sei que era nesse dezembro que as gentes de outros tempos dançavam sob o fogo, cantavam e esperavam que a vida revivesse e a roda do mundo seguisse seu curso no rumo do bem-virá. Por isso, gosto também de me perder nessa esperança do povo andino, o Qhapac Rayme, e oferecer alimento a mãe-terra, Pachamama, confiando em suas bênçãos e na vida que brota. É alimento, e faz com que eu veja que as coisas sempre nascem, do nada, da dor, da desesperança, da desilusão. Há sempre um reviver. Isso é o natal, essa data mágica de todas as fés.
Então, quando chega esses dias de natal, gosto de celebrar. Um pouco como as culturas antigas, um pouco como as da minha gente ancestral, mas, nascida e criada na herança cristã, também me apetece compartilhar com meu deusinho o dia do seu nascimento. Porque Jesus, como tantas outras divindades de tantas outras religiões, nasce no dezembro, perto do solstício, essa noite curta que promete vida, e nada mais. Tão simples, tão densa. E, nesse 2012, ainda mergulhada nas interpretações das lendas maias, de fim de um longo tempo de escuridão. Porque é disso que falam os maias. Fim de uma era, começo de belezas... Talvez, como dizem os andinos, o começo de um novo pachakuti, uma virada de pernas para o ar de tudo que há. Outra lógica, outra forma de viver no mundo. Quem nos impede de crer? E de lutar por isso?
Assim, este ano, nessas semanas que antecedem o natal, o fim da era maia, o novo pachakuti, vou adentrar pelas noites, farejando a vida. Que ela venha, pelas mãos dos velhos amigos, e na caminhada dos novos, que chegam agora e já se comprometem com tanta força. Espero-te meu deusinho, assim como espero todas as divinas criaturas capazes de brotar fogueiras em mim e em todos os que amo! Porque acredito que não há escolhidos, eleitos, nem deuses que são maiores que outros. Toda a crença do homem, inventada para sustentar seus terrores, remete a uma única e abençoada certeza: de que somos uma raça frágil, que necessitamos uns dos outros, e que estamos procurando, juntos, a terra sem males.
Então, desde o 21 de dezembro até o natal, que se dance pelas ruas, como dizia Nietzsche, e que seja tudo pelo bem das gentes. Todas as gentes, com todos os deuses e deusas... E que brote o amor, esse sentimento revolucionário, e que se mude a vida...

Existe vida no Jornalismo
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CRÕNICA DA URDA


Hoje encontrei o Natal


(Escrito em 2008, logo após a Tragédia das Águas que assolou Santa Catarina)

                                   Hoje encontrei o Natal. Meu cachorro me acordou antes da hora costumeira, seis e pouco no relógio, e saí com ele para dar a volta matinal. No portão aqui do nosso abrigo de flagelados passava um homem empurrando uma bicicleta e levando uma cachorrinha presa por uma corrente.
                                   No primeiro momento, só vi a cachorrinha, amizade certa para o meu cachorro, e os dois pularam um no outro e se lamberam, e o dia começava prometendo ser bom. O homem perguntou:
                                   - A senhora sabe qual é o caminho que se deve tomar para se chegar à BR 470?
                                   Eu disse que ele estava certo, que era seguir sempre em frente aquela rua, que ele acabaria chegando à BR 470.
                                   - E lá vai dar em Guaramirim, não é mesmo?
                                   Não, não era mesmo. Para Guaramirim havia que se tomar a rodovia Guilherme Jensen, e lhe expliquei como fazer, onde entrar.
                                   - Mas não dá para ir pela BR 470?
                                   Para Guaramirim não dava. Prestei mais atenção no homem, um dos tantos andarilhos que circulam por nossas estradas nestes tempos estragados pelo neoliberalismo, apesar de agora já estar mais que comprovado, lá nos centros de poder, que o neoliberalismo não passava de uma falácia das piores, simples estrangulador de pobres para encher cofres já abarrotados de ricos.
                                   O homem da manhã estava incrivelmente sujo e coberto de feridas, com dois abcessos abertos nas bochechas. Havia muita crosta e muito pus em muitos lugares, e cobrindo tudo, a grande crosta de pó que é vestida, atualmente, quando a gente se locomove pelas ruas ou estradas da minha região, depois que secaram os mares de lama oriundos do derretimentos dos morros. Um executivo que saísse a andar por aí de bicicleta acabaria com a mesma crosta de pó – só não teria as feridas e os abcessos. Fiquei pensando: seria uma doença, ou seria falta de determinadas vitaminas? Talvez fossem as duas coisas; talvez fossem algumas doenças; quem garante que os abcessos nas bochechas não proviessem de terríveis dores de dentes que aquele homem sorridente com sua cachorrinha tivesse tido só e desamparado, nos escondidos de passar a noite que ele devia conhecer? Aí ele me disse:
                                   - Mais para frente há acostamento? É que meu braço está quebrado em dois lugares, e está difícil tocar a bicicleta. Com acostamento fica mais fácil...
                                   Só então reparei no gesso do braço esquerdo, tão coberto de pó e sujeira que a gente nem prestava atenção.
                                   Sim, haveria acostamento mais para a frente, e fomos conversando, e os cachorros foram correndo, e eu lhe mostrava as muitas feridas nos morros, de onde a minha cidade sangrara como nunca havia sangrado antes, e as casas que já não existiam, e outras casas que haviam ficado enterradas na lama até a altura da metade das janelas...
                                   - Quantos quilômetros o senhor faz por dia, com essa bicicleta?
                                   - Dá para fazer uns 80...
                                   - E a cachorrinha anda isso tudo?
                                   - Não, ela vai aqui no engradado...
                                   Havia um engradado de plástico amarrado no bagageiro da bicicleta, onde o homem carregava seus bens. Não olhei muito, só reparei que havia uma garrafa de dois litros quase cheia de água.
                                   A cachorrinha tinha se animado demais, andava fazendo umas incursões para o meio da rua, e ele temeu por ela. Puxou-a pela correntinha, colocou-a no engradado, onde ela ficou, toda faceira e feliz, sem nem se importar com a interrupção das brincadeiras que fazia com meu cachorro. Ela amava profundamente aquele homem, morreria por ele. E ele me contou:
                                   - Era uma filhotinha jogada fora. Encontrei-a perdida numa rua de Navegantes. Está com quatro meses. 
                                   Conversamos rua afora, e fui descobrindo que aquele homem entendia de todas as estradas e cidades do sul do Brasil.
                                   - Em Barra Velha – contou-me – há uma mulher que tem doze cachorros. Todos grandes. Ela os acha na rua e leva para casa. É uma mulher de coração muito bom. Gasta mil reais por mês, só de ração.
                                   Eu me admirava.
                                   - Lá em Itajaí a enchente foi terrível. Eu vi como as casas de madeira ficaram imprestáveis. Mas a senhora tem certeza de que para ir a Guaramirim não tem que pegar a BR 470?
                                   Eu tinha. Perguntei-lhe o nome. Era José Aparecido e já não lembro o sobrenome, que ele tinha um singelo orgulho de ostentar, como quem tem um último bem que não pode ser roubado por nenhum neoliberal.
                                   - Em Guaramirim eu tenho amigos! – ele me contou, como um segredo de enorme valor, e me fez lembrar de Saint-Exupéry.  Eu estava mesmo bem curiosa para saber o que ele ia fazer numa cidade pequenininha. – Já trabalhei seis meses em Guaramirim catando papel, tenho amigos lá. Os meus amigos de lá fazem festa de Natal! No ano passado teve até chope!
                                   Pronto, estava explicado! Fiquei com um bocado de vergonha desta dor que há dentro de mim, que está me impedindo até de ouvir música de Natal, quando ela aparece sem querer.
                                   Ele contou-me outras coisas, sobre os três carrinhos de catador que já tivera; sobre as diferenças de preços de latinhas vazias que existia em Blumenau e em Curitiba – agora só tinha a bicicleta e a cachorrinha, que ia que ia montada na garrafa de água do engradado.
                                   - Mas a senhora tem certeza de que para Guaramirim não tem que passar pela BR 470?
                                   Garanti-lhe de novo, dei mais indicações do caminho. Perguntei:
                                   - Como é a festa de Natal em Guaramirim? Tem galinha assada?
                                   - Tem de tudo, dona. Tem carne, tem maionésia, tem chope! Tem até as mulheres que trabalham lá! – ele não disse da fraternidade que deveria ter, do consolo dos braços amigos, que sabe do reencontro com alguma antiga namorada, mas tudo estava implícito na intensidade da emoção dele.
                                   Eu deveria voltar, já fora longe demais pela empoeirada Rua das Missões, onde íamos caminhando, e via meu cachorro de língua de fora. Disse-lhe:
                                   - Tenho que ir. Meu cachorro já está com sede.
                                   Então, a galanteza maior de todas que ele poderia ter feito:
                                   - Mas tem água aqui na garrafa, dona. Pode dar para o cachorro.
                                   Sei bastante da vida dos andarilhos deste mundo para saber que não conseguem água com facilidade, que muitas vezes são apedrejados quando se aproximam de alguma casa para pedir água, pois as famílias pensam que eles vêm para lhes roubar as crianças. Aquele homem de abcessos nas bochechas e esmagado pelo poder do Capital dividia sua última riqueza sem nem pensar. Então me senti pequena e mesquinha diante da grandeza dele, e fiquei com vontade de chorar. Antes que o fizesse, despedi-me, e ele me apertou a mão sem nenhum constrangimento pelas feridas supuradas, com a galhardia de um rei.
                                   - Boa viagem para o senhor! Não esqueça de virar à direita onde lhe ensinei!
                                   - Feliz Natal, dona! É uma pena que a conversa já está acabando tão cedo! É muito bom viajar quando a gente pode ir conversando!
                                   Em Guaramirim, vai haver um grande Natal! É uma notícia muito boa. Será que aquele homem não era um dos reis magos e não estava encardido assim por ter atravessado os desertos bíblicos?
                                   Feliz Natal, José Aparecido! Aqui, choro de emoção por ter encontrado assim o Natal!

                                                           Blumenau, 14 de Dezembro de 2008.


                                                           Urda Alice Klueger
                                                           Escritora.

MENSAGEM DE FERNANDO ABRITTA


MENSAGEM DA ABEC


Caros associados e amigos, queridos alunos

Desejamos a todos um Feliz Natal e um ano novo cheio de esperança!



ABEC
Associação Brasileira de Educação e Cultura
Brasilianischer Verein für
Bildung und Kultur

Kurse in heimatlicher Sprache und Kultur
HSK-Schulkoordination
Konradstrasse 1
CH-8400 Winterthur
052 203 10 17
Email: hsk@abec.ch
Durante as férias de natal e ano novo, a secretaria permanecerá fechada.


Poema premonitório


Alberto Cohen

Quando o tempo estiver a serviço de outras vidas,
uma indagação, emoldurada de certezas,
restará  detrás da porta, no punho da rede,
em olhos amedrontados no fundo do espelho:
Onde findou o caminho de andar de mãos dadas?
As paredes não terão respostas nas cores desbotadas
e as flores, emudecidas flores, estarão no passado,
belas e eternas, símbolos da ausência nos vasos vazios.
O sorriso esquecido, submerso num copo com água,
rirá para sempre dos sonhos, dos planos, das gargalhadas,
e nas gavetas a solidão das vestes de um só corpo
aguardará, inutilmente, a solidão de suas metades.
Um zelador de lembranças ajuntará meias-verdades,
frases presumidas, dores pressentidas, cartas amareladas,
em poemas com sabor de coisas muito antigas.
E as andorinhas voltarão para a sacada? 
E a canoinha do quadro torto na parede,
quando atravessará o rio?



Tudo pela PAZ!


Clevane Pessoa de Araújo Lopes -
Embaixadora Univ. da PAZ pelo CUAP.


Ubuntu  significa:
"Conceito filosófico de origem africana pode ser traduzido´por "ninguém é uma ilha".define uma espécie de filosofia da África do Sul pós apartheid:a vida humana só faz sentido quando vivida em grupo, de forma generosa".(*)

Estou repassando esse conceito, que conheci por volta da Copa do Mundo, na revista Época .

Houve um frisson em torno da palavra.A Universidade Planetária do Futuro solicitava, por exemplo, que se repetisse qual um mantra:
ubuntu, ubuntu, ubuntu...

Abri um endereço de e-mail com esse nome, que provocou muitas perguntas a respeito.

Na verdade, na qualidade de Embaixadora Universl da Paz, por Genebra, na Suiça (Cercle de Les Ambassadeurs Univers. de La Paix ), amo tudo que anda pelo entorno da PAZ - e a cordifraternidade é uma delas.

E gosto de ações .

Num poemeto digo que "Ser pacífico não significa ser passivo".

Apesar do CUAP, hoje presidido por Daniele Simond, (Orange-França) , insistir em que os embaixadores devam ser cabeças pensantes pela Paz, há quem use o título em nome da entidade, ou use o título apenas por pompa e circunstância.Aqui em Belo Horizonte, felizmente, somos um grupo chamado Poetas Pela Paz e Poesia, onde casamos nossos eventos pela Poesia com os pela Paz.E vários  de nós, somos  Embaixadores da Paz legitimando a meta de sermos "cabeças pensantes pela PAZ" no Planeta, dentro de nós mesmos!

Voltaremos ao assunto, registrando aqui, que apesar do conceito, já tivemos pessoas infiltradas, querendo tirar proveito do trabalho alheio.Sabem o que mais desejo?Que em alguma ponto de sua trajetória de pessoas surrupiadoras, sejam tocadas pelo verdadeiro apelo da necessidade de PAZ -e se tornem , de alguma forma , verdadeiramente pacifistas! Que "contaminem-se" de PAZ ! Que passem por suas naturais consequências e sejam pessoa melhores !




Clevane Pessoa de Araújo Lopes
Nas fotos, algumas de nossas ações (também distribuimos poster-revista, que mostrarei em outra postagem- distribuimos livros, flyers de poemas...), tais quais a Árvore da Paz que fizemos no Centro Cultural São Bernardo , um dos mantidos pela Prefeitura de Belo Horizonte/Fundação Cultural ou o Paz e Poesia (foto do grupo, na Associação Mineira de Imprensa-Belo Horizonte-  que nos acolheu para recital e feijão tropeiro, em maio de 2009.

Claudio Márcio Barbosa-que criou o conceito do Paz e Poesia, Marco Llobus que executa as formatações e diagramações e eu, na divulgação inclusive, somos poetas e Embaixadores da paz.Levamos nossa mensagem a escolas, asilos, praças, palcos, instituições e eventos maiores qual o BH na Paz, que inclusive, nos deu um troféu grupal pela ação e a mim , pela contribuição "por uma Belo Horizonte mais pacífica" (...)

(*)* Ubuntu é Verbete na Revista Época, n.629. 07 de junho de 2010- em "Mundo Futebol"

Fonte:Publicado originalmente em meu blog Filtro de Sons e Sonhos .

MENSAGEM NATALINA DE GILBERTO ABRÃO


Deus não é cristão, nem judeu, nem muçulmano, nem espírita, umbandista, budista ou seja lá o que for. Deus é Deus, o Criador do Universo. Ele não é exclusividade de nenhuma dessas religiões. Enviou Seus mensageiros - Jesus, Moisés, Mohamed (Maomé), Buda, etc. para indicarem a nós o caminho da retidão. E como todos os caminhos levam a Ele, eu quero desejar aos meus amigos e amigas de todas as fés - cristãos, muçulmanos, judeus, budistas, espíritas, umbandistas, etc. - um Natal feliz, de muita reflexão, de muita paz entre os homens e um Ano Novo de grandes realizações, felicidades constantes e muita saúde!

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