mardi 18 décembre 2012

Boas lembranças e expectativas para 2013

Boas lembranças e expectativas para 2013

Queridos colegas nesta bela vida literária!

O 27º Salão Internacional do Livro de Genebra (Suíça) acontecerá de primeiro a cinco de maio de 2013.
No início do ano fecharemos uma agenda de participações.
Como vocês sabem, neste ano de 2012
nós tivemos uma participação ativa, que nos garantiu um evento de sucesso onde levamos mais de cem títulos de autores e autoras brasileiras.
Quatorze escritores e escritoras vindos de diversos países lá estiveram para autografar seus livros, criaram e reforçaram amizades em torno da literatura!
Gostaria de convidar você para viver esta apaixonante oportunidade conosco em maio de 2013.
O Varal do Brasil estará com um stand dedicado à literatura brasileira.
O seu livro pode ser em qualquer idioma, pode ser prosa ou verso (literatura adulta e infantil).
Durante o evento teremos lançamentos de livros, sessões de autógrafos e muita divulgação.
Todas as vagas (para sessões de autógrafos e para exposição de livros) serão preenchidas mediante participação cooperativa.
Solicite as informações, enviaremos com o maior prazer! E-mail: varaldobrasil@gmail.com


O RENASCER DO NATAL


(Luiz Carlos Amorim)


Um menino vai nascer,
neste Natal.
Trará consigo a paz,
a pureza verdadeira
e o amor, quase esquecido.
Trará ternura nas mãos,
compreensão e carinho
e esperança no olhar.
Nós sabemos o seu nome.
E nós sabemos, também,
da flor do jacatirão,
que aparece todo ano,
lhe anunciando a chegada.
E quase ninguém a vê...
Um menino vai nascer.
E a flor do jacatirão,
arauto humilde e singelo,
lhe festeja o nascimento,
preparando as boas vindas.
Saberemos nós, os homens,
imitar a natureza?

NESTA PRÓXIMA SEXTA-FEIRA!


Feliz Natal!


SOBRE MENINOS E MASSACRES


EMANUEL MEDEIROS VIEIRA


“Nós, adultos, de algo sempre somos culpados. Mas as crianças, que culpa podem ter as
crianças?”
                              (Ernesto Sábato)
Crianças de 6 a 7 anos são massacradas numa escola americana, num certo  14 de dezembro de 2012.
Tenho necessidade de escrever os seus nomes – pelo menos, a maioria delas: Josephine (7 anos), Ana (6), Dylan (6), Madeleine (6), Catharine (6), Chase (7), Jesse (6), James (6), Grace (7), Emile (6), Jack (6), Noah (6), Caroline (6), Jessica (6), Avielle (6), Benjamin (6), Allison (6).
Que culpa podem ter as crianças, indagava Sábato, na epígrafe com que iniciei o texto.
Não vou fazer poesia, sociologia. Nada.
Será que esse horror será sempre recorrente?
Passa-se o tempo – esse massacre será esquecido, virará estatística – e esperamos o próximo?
Poderia falar sobre a cultura armamentista, o fortíssimo lobbie a favor do não controle das armas nos EUA.
Sim, poderia.
Mas agora só penso na tremenda dor (que não consigo designar) dos pais e parentes.
Por quê?
“As crianças me diziam: ‘eu não quero morrer, eu só quero comemorar o natal, informou a professora Kaitlin Ross’”.
Como disse pungentemente o presidente Obama: “A maioria dos que morreram eram crianças, garotinhos bonitos com idades entre 5 e 10 anos. Tinham sua vias pela frente, aniversários formaturas, casamentos, e seus próprios filhos”.
São vidas ceifadas e interrompidas.
Não, não faço literatura.
Pergunto apenas: por quê?        
Que mundo é esse que em que alguém mata crianças?
Alguém dirá: “morrem tantas crianças no Brasil e ele não fala”.
Passei uma vida, pensando nisso e lutando para uma vida digna para todos. Vida em abundância.
Que todas as crianças possam viver.
Que toda crianças possam ser amadas e bem criadas.
Que chegue um dia em que não nos confraternizemos e nos respeitemos apenas no natal, mas em todos os momentos da vida.
Por quê?


VOTOS DA UBE


A Bíblia segundo Beliel


A Bíblia segundo Beliel
da Criação ao Fim do Mundo: como tudo de fato aconteceu e vai acontecer Flávio Aguiar
Um anjo desgarrado decide reunir narrativas bíblicas perdidas. Mas os narradores são, na maioria, como ele: desgarrados. São os coadjuvantes da história, como a pomba que Noé soltou da arca para ver se as águas do dilúvio tinham baixado; ou o demônio Misgodeu, que trabalha como porteiro do Inferno, um faz-tudo que toca os mecanismos daquele fim de mundo, sem o qual nada funciona no reino de Lúcifer; ou ainda o escravo de Jó, que assiste, completamente surpreso, à desgraça e às tentações de seu amo.

Lemos também sobre a luxúria e a hecatombe de Sodoma e Gomorra contada por um dos anjos enviados para averiguar o que por lá se passava (e como se passavam coisas!).

Ficha técnica
Título: A Bíblia segundo Beliel
Subtítulo: da Criação ao Fim do Mundo: como tudo de fato aconteceu e vai acontecer
Autor: Flávio Aguiar
Ilustrações: Ricardo Bezerra
Orelha: José Roberto Torero
Páginas: 120
ISBN: 978-85-7559-297-7
Preço: R$ 29,00
Editora: Boitempo



Mais informações:

Ana Yumi Kajiki
comunicacao@boitempoeditorial.com.br
55 11 3875 7285
55 11 8777 6210
 
.

– Agora ele vai ter com que se  

55 11 3875 7285
55 11 8777 6210


Assim como fala  r.

55 11 8777 6210



Miriam Sales lança Traços & Compassos na livraria LDM



A Pimenta Malagueta Editora, coordenada pela escritora Miriam de Sales Oliveira, realizará no dia 19 (quarta-feira), às 18 h, na livraria LDM, no Espaço Itaú de Cinema – Praça Castro Alves, o lançamento da sua primeira Seleta, cujo título será Traços & Compassos. A obra reúne 24 autores de todo Brasil, entre poetas, contistas, historiadores, romancistas e jornalistas, que na opinião da organizadora, representam o que há de melhor na nova literatura brasileira. O livro homenageia Artur de Sales (1879 – 1952), um dos mais importantes poetas baianos.
Na visão de Miriam de Sales, para o leitor e o estudante, ter ao alcance dos seus olhos um pequeno fragmento do processo literário do seu país, amostra de uma época ou período, é uma experiência magnífica e uma inesgotável fonte de conhecimento. “Criar uma Seleta sempre esteve nos nossos planos. Afinal, desde Meléagro di Gádara, criador da primeira Antologia, a ideia de reunir talentos literários num único livro, sempre foi benéfica e inovadora”, justifica.
Uma coletânea, seleta ou antologia pode ser multifacetada como a Traços & Compassos, reunindo poetas, cronistas e contistas, como pode ser apenas um compêndio de um gênero ou escola literária escolhida. Pode ser temática, ou por período. Todas são importantes e bem vindas. Os autores da primeira antologia da Pimenta Malagueta se propõem a oferecer o melhor de si, visando se mostrar ao mundo numa roupagem colorida de ideias, frases, textos e poemas que aquecem a alma e fazem pensar. “Queremos um livro que faça história. Demos a ele uma feição clássica, como nos tempos gregos, berço das antologias”, antecipa à editora e organizadora Miriam de Sales, que também assina a apresentação.
O prefácio foi escrito pela professora Lúcia Helena Alves de Sá, coordenadora da Escola de Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação da Secretaria de Estado do Governo do Distrito Federal e Doutoranda em Literatura Brasileira pela Universidade de Brasília.
Autores - Ana Bailune, Amália Grimaldi, Ana Meireles, Ana Cristina Rocha, Almir Tosta, Arakén Vaz Galvão, Alfredo Lima Neto, Aurélio Schommer, Carlito Lima, Carlos Souza, Cezar Ubaldo, Dinarte Portela, Elenilson Nascimento, Geraldo Ribeiro, Jacira Fagundes, José Cláudio Adão, Luciano Marinho, Malu Ferreira, Marcos Vieira, Marina Gentile, Morgana Gazel, Moacir Saraiva, Sandra Canassa e Valdeck Almeida de Jesus.
Serviço:
O que: Lançamento do livro Traços & Compassos
Onde:  Livraria LDM, no Espaço Itaú de Cinema – Praça Castro Alves – Salvador.
Quando: Dia 19 de dezembro (quarta-feira), às 18h.
Entrada: Gratuita.
Editora: Pimenta Malagueta Editora - 128 páginas. R$ 25,00
Informações: (71) 3313-4880

Thiago Bechara, associado da UBE, lança "Cida Moreira: a Dona das Canções"


Biografia é mais um título da Coleção Aplauso, da Imprensa Oficial
No final de 2007, o então estudante de jornalismo Thiago Sogayar Bechara dava início às primeiras pesquisas que resultariam em seu Trabalho de Conclusão de Curso da graduação, a reportagem biográfica “Cida Moreira: A Dona das Canções”, com lançamento marcado para o dia 17 de dezembro de 2012, a partir das 19h, no Museu da Imagem e do Som – MIS de São Paulo (Av. Europa, 158). Desde então, o jovem – que já trazia dois livros de poesia na bagagem -, encantou-se definitivamente com o gênero de perfis e biografias, dando sequência à sua descoberta com uma série de trabalhos os quais, feitos posteriormente, acabaram saindo antes, por questões editoriais: “Imara Reis: Van Filosofia” (Imprensa Oficial, 2010), “Luiz Carlos Paraná: O Boêmio do Leite” (Independente, 2012), “A linguagem corporal circense: interfaces com a educação e a atividade física” (Phorte, 2012).
            Thiago e Cida Moreira conheceram-se em 2006 como aluno e professora de técnica vocal - indicação da atriz e diretora Denise Del Vecchio. Desde então, aproximaram-se também como amigos, donde surgiu o fascínio pelo consistente trabalho da cantora, atriz e pianista paulistana que estreou profissionalmente em 1977, na primeira peça de Alcides Nogueira, dirigida por Marcio Aurelio. Desde então, passou por grupos importantes para a história do teatro brasileiro como Ornitorrinco e Pod Minoga. Foi convidada por Chico Buarque de Hollanda para atuar na montagem original do musical “Ópera do Malandro”, em 1978, ao lado de Cacá Rosset, Maria Alice Vergueiro e Luiz Roberto Galízia; e seguiu conciliando sua carreira como psicóloga em montagens como “Mahagonny songspiel”, até decidir lançar-se aos palcos definitivamente. Seu primeiro show solo foi “Summertime”, direção de José Possi Neto, gravado ao vivo no Teatro Lira Paulistana e lançado em LP antológico que virará CD em 2013.
            Partindo de uma metodologia de trabalho distinta da maioria dos perfis lançados pela Coleção Aplauso, coordenada à época pelo crítico Rubens Ewald Filho, e tendo em vista as necessidades exigidas pela versão acadêmica de seu projeto, o autor optou, em “Cida Moreira: A Dona das Canções”, por uma narrativa em terceira pessoa, o que permitiu não apenas uma inclusão mais orgânica dos depoimentos e pontos de vista de todos os entrevistados, mas igualmente de momentos de contextualização histórica, visando ao enriquecimento do texto para o melhor dimensionamento da importância da atuação de Cida Moreira no cenário cultural do País, o que foi obtido por meio de pesquisas e consultas bibliográficas.
Alguns dos temas abordados em paralelo e que dialogam diretamente com a carreira de Cida podem ser exemplificados aqui em casos como o do cinema da Boca do Lixo; o teatro épico de Brecht e o efeito de distanciamento; os grupos de teatro amador da cidade de Assis; a indústria cultural e os modos de produção independente na música e no teatro dos anos 1970 e 1980.
            Foram entrevistados parentes, amigos e artistas do teatro e da música brasileiros, tais como: Chico Buarque de Hollanda, Elba Ramalho, Zélia Duncan, Alcides Nogueira, Marcio Aurelio, Emiliano Queiroz, Denise Del Vecchio, André Frateschi, Arrigo Barnabé, Gil Reyes, Paulo e Juvenal Campiolo (irmãos), Julia Porto (filha), Dunga Brunet, Guilherme de Almeida Prado, Imara Reis, Humberto Werneck, Zuza Homem de Mello, Julio Medaglia, Sábato Magaldi, Arnaldo Contier, João Batista de Andrade, José Possi Neto, Zé Pedro Antunes, Tato Fischer, Eduardo Dussek, Camilo Carrara, Omar Campos, Victor Nosek, Osório Lemaire (Rádio Marconi), dentre outros, além, claro, da própria Cida, com quem Thiago gravou horas a fio.
            Outra fonte fundamental de pesquisa foi o acervo fotográfico da cantora, que arquivou durante mais de três décadas programas, fotos, desenhos, matérias de jornal, revistas, roteiros de shows aqui e fora do País. O livro traz grande quantidade dessas imagens, cujos autores, tais como Bob Wolfenson e Gal Oppido, em sua maioria, foram encontrados por Thiago para que autorizassem seu uso. Desse modo, a narrativa do livro foi ilustrada desde a infância, compondo, também ela, uma biografia visual bastante eficiente da artista que ficou associada à linguagem dos cabarés, revigorando no Brasil a obra musical de Bertolt Brecht, Kurt Weill, Tom Waits e muitos outros. Além disso, lançou-se a diversas searas e estéticas diferentes, propondo sempre um tipo de criação estimulante, desafiador e diversificado, tendo dedicado shows e discos de cunho bastante autoral, em que interpretou compositores como Chico Buarque, Cartola, George Gershwin, Cole Porter, e outros tantos.
            Escrito com a pena do entusiasmo e da admiração, o livro não deixou de ter sempre em vista a necessidade de uma metodologia de trabalho detalhada e capaz de dar conta dos erros e acertos da carreira da artista, o que não impediu, evidentemente, que o autor se manifestasse claramente em alguns momentos pontuais do texto, buscando seguir a melhor tradição do chamado Jornalismo Literário, e deixando explícito, com isso, o caráter subjetivo que inevitavelmente permeia um livro desta natureza.

SERVIÇO
Lançamento coletivo da Coleção Aplauso.
11 obras lançadas, dentre elas, o perfil:
Cida Moreira: A Dona das Canções.
Autor: Thiago Sogayar Bechara
Editora: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo.
Quando: 17 de dezembro de 2012.
Hora: A partir das 19 h.
Local: Museu da Imagem e do Som – MIS/SP
Endereço: Avenida Europa, 158 – Jardim Europa – São Paulo-SP.
Site do autor: www.thiagobechara.com.br

CONFRATERNIZAÇÃO


CONFRATERNIZAÇÃO Conjunta do  Núcleo da União Brasileira de Escritores no Vale do Paraíba e da Seção de Tremembé da União Brasileira de Trovadores

Data / Horário: 17 de dezembro de 2012, as 19h30

Local: Restaurante Gramado, Praça Dr. Monteiro, no Centro de Taubaté-SP

Programação:
- Jantar;
- Reencontros; calor humano, bate-papos aleatórios e etc...
- Lançamento da Antologia da União Cultural (organizado por Luiz Antonio Cardoso; capa de Ednilson Scarparo; editado por Literasas Editora - Ericka Antunes);
- Entrega de certificados do Concurso Interno da UBT de Tremembé;

Para dirimir dúvidas:
Luiz Antonio Cardoso - (12) 8154-2177 - luizantoniocardoso@gmail.com

ShareThis

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...