lundi 9 juillet 2012

O Filho do Boto Cor-de-Rosa


O ano de 2011 foi declarado pela ONU como o ano internacional das
florestas e aqui minha contribução pessoal para as futuras gerações
do nosso planeta.
O Filho do Boto Cor-de-Rosa, baseado na lenda dos habitantes do Amazonas,
procura transmitir a cultura, o respeito entre as gerações e a
responsabilidade dos seres humanos perante o meio ambiental.
Na Floresta Amazônica tudo está inter-relacionado e a água é elemento de
ligação entre o mundo real e o irreal. O rio abre as portas para um
mundo encantado e só os  botos podem guiar os seres humanos para este
lugar mágico.
Pedro é filho do boto cor-de rosa e seu pai lhe fala através de sonhos,
pedindo a ele que proteja o mundo encantado da floresta. Guiado por seus sonhos 
Pedro pede à sua família e seus amigos ajuda para encontrar uma solução para preservar 
este mundo encantado.
Quando escrevi o livro jamais imaginei a estória de Pedro se tornando a realidade 
do Projeto Belo Monte(Belo Monstro!!!).
Apelo a todos, dentro e fora do Brasil, escrevam, publiquem (no Brasil e/ou no mundo) sobre o 
amor por nossas matas e nossos ancestrais! 

ESTIGMA DE UM BESOURO RARO



Sandro Henrique Souza
Este belíssimo romance tem um conteúdo rico em termos e reflexões. As frases expressam significados fortes com uma linguagem bela e poética. É uma leitura na qual se deve atentar para cada palavra e pensamento. Os capítulos estão enriquecidos de abordagens filosóficas e sociológicas, e o leitor perceberá a multiplicidade de mensagens e interpretações que elas contêm. O livro trata ainda de liberdade, natureza, existencialismo, e o ser social moldado pelas regras do poder dominante.
O livro encontra-se à venda no site da Livraria Cultura:

http://sandrohenriquesouzaartistaescritor.blogspot.com.br/


Outrora


Hoje, folheando uma revista, vi uma foto de uma casa antiga na qual se destacava um dos cômodos que, no passado, era o mais visitado e agradável de se estar. Se você pensou cozinha, acertou. Exatamente. Outrora, as cozinhas eram espaçosas e, geralmente, as mães e as avós eram as responsáveis pela preparação das iguarias apreciadas por todos. Recordo-me que sempre havia frutas, um bolo ou outra sobremesa sobre a comprida mesa - que juntamente com os tamboretes, o pilão, as máquinas de moer carne e milho, a balança, o fogareiro ou forno à lenha e os demais utensílios domésticos compunham a mobília deste espaço deveras acolhedor. A cozinha era o território preferido tanto de quem gostava de cozinhar quanto de quem apenas desejava degustar os deliciosos pratos ou, simplesmente, sentar-se e conversar.

Apesar de ser relativamente jovem, ainda alcancei esse tempo. Era muito criança, mas me lembro. Na adolescência, tive o privilégio de contar com quatro professoras de culinária: minha avó, minha mãe e duas tias. Chego a salivar, quando me vem à lembrança a carne assada que minha avó preparava. Deixava-a tão tenra que, antes de comê-la, eu a desfiava com os dedos – previamente bem lavados, é claro!

Nas camadas mais humildes da população, as refeições eram servidas na própria cozinha e, após alimentarem-se, todos ajudavam a lavar e enxugar a louça. Era uma festa! Parecia um mutirão. Todos alegres e satisfeitos, cantando, dialogando; enfim, vivendo de acordo com a sua realidade, sem estresse, sem pressa. Naquela época, os alimentos eram naturais, tinham mais sabor e nós tínhamos tempo de senti-lo.







Hoje, as cozinhas das casas e dos apartamentos populares são tão pequenas que mal permitem a uma pessoa se locomover. As mães trabalham fora, para ajudar no orçamento familiar, e são raras as que têm tempo de cozinhar. Muitas acabam optando por comerem de marmita ou quentinha. Aquele bolo ou doce diário só, talvez, quem sabe, no domingo, se der tempo. As conversas ficaram inviáveis – mesmo que as pessoas tivessem tempo, não haveria espaço físico suficiente. A carne já vem moída do supermercado. Quanto ao milho, nada que um liquidificar ou multiprocessador não dê conta. As refeições em família são pouco frequentes, ou porque os horários não coincidem ou devido à distância entre os lares e os locais de trabalho. Desta forma, não resta outra opção senão fazer um lanche nas imediações ou no próprio estabelecimento comercial ou industrial. Já a lavagem da louça, dependendo das “normas da casa”, é feita, à noite e por escala, pela mãe ou pela irmã mais velha. No tocante à alimentação, atualmente, seja em casa ou no trabalho, mal mastigamos - e isso é péssimo. Praticamente, não conseguimos nos concentrar para sentirmos o gosto dos alimentos devido às múltiplas atividades que temos de desempenhar e ao tempo reduzido que nos sobra para satisfazer esta necessidade básica. Pensando bem, não sei se vale a pena senti-lo, pois com tantos alimentos geneticamente modificados e amadurecidos artificialmente o sabor, sem dúvida, não é mais o mesmo.

Com base nas minhas recordações e reflexões, embora valorizando o progresso, a praticidade e o conforto, cheguei à conclusão de que eles nos custam muito caro, já que nos privam de uma vida simples, saudável e, com certeza, mais feliz.

COM SEGURANÇA , MAESTRIA E RITMO


Pastorear
 instintos, apetites e  paixões
E´ levar-lhes
Forças estruturantes racionais,
Com segurança.


Vitalizar a razao, os fins e os propositos
E´  fortalece-los
Com as  forças
Dos instintos, apetites  e  paixões,
Com maestria.

Pastorear e vitalizar,
Criando  o ritmo
Da verdadeira vida, o amor;
Assim o homem desenvolve
Interesse pelo eu do outro, o  mundo e o  cosmos;
Desenvolvimento espiritual  em direção ao Cristo,
Trabalhando nos dois sentidos.



Pastoreando   paixões,
Vitalizando  a razao,
Criando o ritmo da verdadeira vida, o amor;
Eis o grande passo do homem ,
Liberdade e´ sua meta.





Gildo  P. de  Oliveira
Rio Verde, Goias, 25 de maio de 2012
Oliveira.gildo@bol.com.br






PEDAÇOS DE MIM

                                                             

 

Pedaços de Mim é um testemunho de Mãe, um testemunho de saudade, de continuidade de vida, vida além da vida. O amor não termina com a partida, pelo contrário, perpetua-se através da saudade, de nossas lembranças, permanecendo vivo em nosso coração . A Poetisa Isabel C. S. Vargas dedica sua arte à memória do filho,misturando amor e poesia, criando assim um elo de amor perfeito e eterno. Ao participar da Quadrilogia Quatro Elementos, a poetisa nos emocionou com sua dor e com sua arte e a escolhemos como finalista do prêmio Alda dos Santos Sena de 2011, um prêmio que visa a divulgação e publicação de autores brasileiros e que compartilham seu talento em nossas publicações.    

 O Prêmio Alda dos Santos Sena, assim como a arte da poetisa é uma  declaração de Amor a quem partiu, leva o nome da Mãe do criador da Rede Social Literária Beco dos Poetas, Marcio Marcelo do Nascimento Sena, o qual premia a autora com a publicação de sua arte na forma da obra PEDAÇOS DE MIM !




                                                                ISBN: 978-85-62337-36-9
AUTOR: Isabel C. S. Vargas
EDIÇÃO: 1ª
ANO DE EDIÇÃO: 2012
LOCAL DE EDIÇÃO: SÃO PAULO
PÁGINAS: 96
EDITORA: GRUPO EDITORIAL BECO DOS POETAS E ESCRITORES LTDA

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