lundi 27 février 2012

RUDOLF STEINER, UM GRANDE MESTRE


Na divisa entre a Europa Central e a Europa de Leste, em Kraljevek, Aústria,
a 27 de fevereiro de l861, nasceu Rudolf Steiner,
profundo pensador, um grande mestre;
e por ele vieram os fundamentos da Ciência Espiritual moderna, a Antroposofia.
 
No Congresso de Natal de 1923, em Dornach, Suíça,
Rudolf Steiner pronunciou,
para oitocentos presentes e a toda a Humanidade,
os conteúdos da Santa Pedra Fundamental.
 

Rudolf Steiner fez a passagem histórico-universal
para a nova iniciação à luz do dia,
farol-guia, forças puras do Eu individual livre na alma da consciência;
criando novos impulsos, não pela repetição, mas pelo sacrifício,
a formação de uma nova comunidade de homens na Terra
afins a Micael e a Cristo.
 

Como Micael fez a passagem  do princípio de Arthur,
para o princípio do Graal,
assim, no Congresso de Natal, respondeu Rudolf Steiner,
sob o signo do amor e do sacrifício,
mostrando a vinda de uma nova época de espiritualidade.

O caminho de vida de Rudolf Steiner
é como uma estrela condutora, claridade cristalina,
fonte que nos ilumina, verdade de que dispomos a cada momento;
em tudo que nos ensina, a beleza interior e a grandeza espiritual
marcam os traços desse homem ; no sacrifício
renasce a essência divina no ardor da bem-aventurança.

Toda grande cognição verdadeira nasce da dor;
essa sublime missão é o exemplo moderno
que  Rudolf Steiner traz ao mundo;
felizes os que se dedicam a essa obra e se tornam verdadeiros
 irmãos na ação da alma humana no encontro com o Cristo.

Seguir Rudolf Steiner pela senda do amor e do sacrifício
é o convite aos homens no Congresso de Natal;
caminho íngreme ; as forças puras do Eu individual,
livres na alma da consciência, tornam a jornada mais suave.
 
Sacrifício é palavra que muitos não gostam de escutar,
porque ainda não conseguem se libertar
dependentes das necessidades pessoais;
o caminho de vida de Rudolf Steiner é o modelo primordial
para os homens que trilham a senda e buscam o Eu superior.

A celebração do culto ao Cristo é o caminho do sacrifício
No coração : “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”,
o encontro da alma humana com o Cristo,
principiando os fundamentos para a ação.

Depositada no coração, a Pedra do Amor dos Novos Mistérios,
bênção divina recebida por um verdadeiro irmão;
luz que dissipa as trevas no campo social;
amor que nada reinvindica para si, calor que sempre abraça, sem distinção.
 
A experiência com a Pedra Fundamental nos leva
à imaginação do grande indivíduo imortal;
imagem do Cristo com toda a Humanidade, ascencionada e livre,
onde o Cristo é o homem final, como outrora fora Adão,
o homem no princípio; no caminho da Ciência Espiritual,   o guia
Iniciado é Rudolf Steiner.
 
“Eu estarei convosco todos os dias
até a consumação dos tempos”
consolo de Cristo aos homens;
com os antropósofos, compromisso de Rudolf Steiner.

Esta é a Pedra preciosa que ninguém pode comprar;
Instranferível, incorruptível; quem a tem conhece a senda
para a Ela chegar; instrumental ativo, altruísta; e por mais
que “ morra” seu portador, viva no espírito, sempre a brilhar,
Ela Permanece.


Gildo Oliveira
Rio Verde, Goias
oliveira.gildo@bol.com.br 

Painel Natural




De um auto em movimento, contemplo um painel gigantesco neste final de tarde...

Em sua parte superior, um fundo azul celeste ornado com pinceladas brancas em diferentes “texturas”. Partindo de sua base, dezenas de edificações dos mais diferentes matizes, modelos e estilos vão ficando para trás e dando lugar a outras que aparecem intercaladas, ladeadas ou cercadas por trechos cobertos por uma monocromia verde – esta dá a dimensão do quanto a vida se renova. Também posso ver centenas de animais pastando nesse espaço – moldura do caminho que ora percorro. Um pouco mais adiante, vislumbro alguns transeuntes, diminuídos em seu tamanho pela distância que nos separa. Naturalmente, eles seguem vivendo, em seus mundos particulares, as emoções que suas escolhas lhes permitem experimentar. O Sol se afasta, lentamente, reduzindo a luminosidade da paisagem... De súbito, eis que surge a encantadora Lua – guia e fonte de inspiração de um sem número de poetas. Mais uns poucos minutos transcorrem e minha retina registra o ápice desse revezamento. Num abrir e fechar de olhos, o painel natural é alterado por completo: uma chuva forte, proveniente de nuvens carregadas, encobre o satélite da Terra e a escuridão pinta de negro o quadro, até então, multicolor. Apenas os faróis dos carros, transitando em ambos os sentidos da autovia, e as luzes artificiais, das cidades margeantes à estrada, impedem que o negrume reine absoluto.

Duas horas depois, finalmente, chego ao meu destino. Estou de volta ao lar. É o fim das férias e o início, de fato, de mais um ano.

Copyright ©Josselene Marques

25.02.2012



LEGENDA DA FOTO:
Crepúsculo vespertino em Riachuelo - RN - Brasil
Foto: Josselene Marques

CEBRAC convida:



 A artista plástica KARINA BONER, com o apoio da associação Madalena's  convida a todos para comparecer e prestigiar a VERNISSAGE  no CEBRAC dia 24 de Março em Zurique.

Atenciosamente

Lúcia Amélia Aeberhardt
Madalena's
Postfach 78
3296 Arch
www.prevencaomadalenas.com.br
contato@prevencaomadalenas.com.br
( 041 ) 76 454 87 85

Café da Manhã Manga Rosa

Enviado por Regina Jomini

Cher-e-s ami-e-s, car@s amig@s,

Une invitation pour les amatrices et amateurs de musique et cuisine brésilienne...


Brunch musical
Avec l’Ensemble vocal Manga Rosa (musique populaire brésilienne)


Participation de André Passarinho (percussion) et Eduardo Machado (guitarre)
voir invitation ci-joint

Quand ? Dimanche 11 mars 2012, dès 11h
Où ? Maison de quartier Sous-Gare, Av. Dapples 50, Lausanne

Entrée gratuite


Abraços! Salutations!
--
Carine Carvalho

Meu pai fez 80

Por elaine tavares

Parece que foi ontem. Eu, curumin, espiando os enormes gravadores da Rádio Fronteira do Sul, onde trabalhava meu pai. Ou no estádio do Inter de São Borja, vendo o pai, microfone na mão, a fazer comentários e entrevistas. Também era puro encanto vê-lo interpretar o “nhô zé”, personagem que corria a cidade levando alegria e a boa música sertaneja/ nativista. Foi daí que nasceu em mim esse desejo de narrar a vida, de contar histórias e que me arrastou para o jornalismo desde que me conheço por gente.

Também vem do meu pai essa fome que tenho de livros e letras. Talvez por ter sido caixeiro-viajante na juventude, e compreender a dureza que era andar de casa em casa a tentar vender algum produto, ele raramente se negava a comprar quando os vendedores de livros batiam na nossa porta. Comprava tudo. Por isso nossa casa era cheia de coleções inteiras dos clássicos nacionais estrangeiros, enciclopédias, livros de arte, livros de história. E foi debruçada neles que comecei a compor frases e textos.

Meu pai sempre foi um homem da vida, generoso e ativo. Quando os problemas da política o levaram para longe do Rio Grande e ele teve de abandonar a vida no rádio, nunca deixou de ser um homem da palavra. Entrou para o DER em Minas Gerais, atuando como escriturário e em pouco tempo já andava pelas estradas, como um trem-pagador, levando os salários para os trabalhadores que atuavam nas obras das estradas. Recolhia histórias e respeitava seus colegas com um fervor quase místico. A ponto de, numa enchente, arriscar a vida para passar para o outro lado do rio, levando sua maleta de salários, incapaz de deixar na mão quem confiava nele. Outra coisa que me ensinou e que pratico cotidianamente.

Depois, mais velho e já atuando como chefe de setor, era sua capacidade de desenhista que ele colocava ao alcance de todos os colegas. Técnico em edificações, ele desenhava a casa de todo mundo que queria construir e não tinha grana para pagar um engenheiro. Muitas são as moradas que levam sua marca na cidade onde vive. E o fazia por pura gratuidade, sem exigir nada em troca. Só um acidente que lhe tirou o movimento da mão o fez parar.

Ainda assim, um homem como ele nunca poderia ficar parado, sem o uso da palavra viva. Fez-se pregador da graça de nossa senhora de Fátima. Devoto da virgem, ele visita as famílias, leva sua mensagem e faz o que sempre fez desde jovenzinho: trabalha com a palavra. Faça chuva ou sol, pouco depois do almoço, lá vai ele pela cidade afora fazer suas obrigações e visitas. Ninguém consegue fazer com que pare.

Dia desses o pai fez 80 anos, um tempo largo de vida. Qualquer outro poderia entregar-se a idade. Ele não. Na pequena cidade mineira onde vive, ele circula como um menino a fazer as compras de casa, pagando as contas, levando a mensagem da virgem, participando da missa, gravando seus CDs. É dono de uma das mais importantes coleções de música sertaneja de raiz. Durante a tarde, quando descansa, pode-se ouvir a batida da viola saindo do seu quarto, com a música tocando baixinho. Outra paixão que me passou por osmose.

Meu pai fez 80 anos e segue sendo um menino: teimoso, valente, generoso. Meu pai é um exemplo que venho seguindo desde que, aos cinco anos, construí de papelão, um gravador e andava pela casa a entrevistar as gentes, como ele fazia. Me pai forjou em mim a jornalista que sou e me ensinou que nessa vida dura tudo o que se precisa ser é honesta, teimosa e valente. Meu pai é um homem apaixonante e eu o amo demais. Que bom poder partilhar desse tempo todo com ele. Que venham mais outros 80, seu Zé!


Como enfrentar a sexta extinção em massa

Leonardo Boff
Teólogo/Filósofo      

                  

Referimos-nos anteriormente ao fato de o ser humano, nos últimos tempos, ter inaugurado uma nova era geológica – o antropoceno - era em que ele comparece como a grande ameaça à biosfera e o eventual exterminador de sua própria civilização. Há muito quebiólogos e cosmólogos estão advertindo a humanidade de que o nivel de nossaintervenção violenta nos processos naturais está acelerando enormemente a sexta extinção em massa de espécies de seres vivos. Ela já está em curso há alguns milhares de anos. Estas extinções, misteriosamente, pertencem ao processo cosmogênico da Terra. Nos últimos 540 milhões de anos ela conheceu cinco grandes extinções em massa, praticamente uma em cada milhão de anos, exterminando grande parte das espécies no mar e na terra. A última ocorreu há 65 milhões de anos quando foram dizimados os dinossauros e outros seres vivos.

Até agora todas as extinções eram ocasonadas pelas forças do próprio universo e da Terra a exemplo da queda de meteoros rasantes ou de convulsões climáticas. A sétima está sendo causada e acelerada pelo próprio ser humano. Sem a presença do ser humano, uma espécie desaparecia a cada cinco anos. Agora, por causa de nossa agressividade industrialista e consumista, multiplicamos a extinção em cem mil vezes, diz-nos o cosmólogo Brian Swimme em entrevista recente no Enlighten Next Magazin, n.19. Os dados são estarrecedores. Paul Ehrlich, professor de ecologia em Standford calcula em 250.000 espécies exerminadas por ano, enquanto Edward O. Wilson de Harvard dá números mais baixos, entre 27.000 e 1000.000espécies por ano (R Barbault, Ecologia geral 2011, p.318). Estes dados revelam que está em andamento  uma assustadora extinção em massa. O ecólogo E. Goldsmith da Universidade da Georgia afirma que a humanidade ao tornar o mundo cada vez mais empobrecido, degradado e menoscapaz de sustentar a vida, tem revertido em três milhões de anos o processo da evolução. O pior é que não nos damos conta desse processo devastador  nem estamos preparados para avaliar o  que significa uma extinção em massa. Ela significa simplesmente a destruição das bases ecológicas da vida na Terra e a eventual interrupção de nosso ensaio civilizatório e quiçá até de nossa espécie humana. Thomas Berry, o pai da ecologia americana, escreveu:”Nossas tradições éticas sabem lidar com o suicídio, o homicídio e mesmo com o genocídio mas não sabem lidar com o biocídio e o geocídio”(Our Way into the Future, 1990 p.104).

Podemos evitar ou desacelerar a sétima extinção em massa já que somos seus principais causadores? Podemos e devemos. Um bom sinal é que estamos despertando a consciência de nossas origens há 13,7 bilhões de anos e de nossa responsabilidade pelo futuro da vida. É o universo que suscita tudo isso em nós porque está a nosso favor e não contra nós. Mas ele pede a nossa cooperação já que somos os maiores causadores de tantos danos. Agora é o momento de despertar.

 O primeiro que importa fazer é renovar o pacto natural entre Terra e Humanidade. A Terra nos dá tudo o que precisamos. No pacto a nossa retribuição deve ser de cuidado e de respeito ao seu alcance e a seus limites. Mas, ingratos, lhe devolvemos com chutes, facadas, bombas e práticas ecocidas e biocidas.

O segundo é reforçar a reciprocidade ou a mutualidade: buscar aquela relação pela qual entramos emsintonia com os dinamismos dos ecosistemas, usando-os racionalmente, resgatando-lhe a vitalidade e garantindo-lhe  sustentabilidade. Para isso necessitamos nos reinventar como espécie que se preocupa com as demais espécies e aprende a conviver com toda a comunidade de vida. Entende que deve ser mais cooperativa que competitiva e reconhece o valor intrínseco de cada ser. Ter mais cuidado que vontade de poder.

O terceiro é viver a compaixão não só entre os humanos mas com todos os seres, compaixão como forma de amor e cuidado. A partir de agora eles dependem de nós se vão continuar a viver ou se serão condenados a desaparecer. Precisamos deixar para trás o paradigma de dominação que reforça a extinção em massa e viver aquele do cuidado e da reverência que preserva  e prolonga a vida. No meio do antropoceno, inauguraremos  a era ecozóica que coloca o ecológico no centro e assim nos dará a chance de salvar nossa civilização e a nossa CasaComum.


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Leonardo Boff
Caixa Postal 92144 - Itaipava
25741-970 - Petrópolis-RJ
www.leonardoboff.com

Antologia:Brazilians Days “Divulgado e lançado na Expo-America em New York – EUA



Regulamento Antologia:
Brazilians Days
“Divulgado e lançado na Expo-America em New York – EUA
Regulamento
Prazo para envio dos textos: 03 de abril de 2012
DA PARTICIPAÇÃO
1.1. A presente antologia é promovida pela Literarte- Associação Internacional de escritores e artistas .
1.2. Poderão participar da antologia todas as pessoas físicas maiores de 18 anos, ou menores com permissão do responsável, residentes legais no Brasil, bem como brasileiros residentes no exterior. Também poderão participar da Antologia escritores de outras nacionalidades, desde que a língua mantida seja a língua portuguesa.
1.3. Das características da antologia: A Antologia , receberá única e exclusivamente contos, poesias, trovas, haikais,sonetos e crônicas, sendo que a criatividade e imaginação do escritor darão o toque e estilo ao trabalho. 1.4. Poderão participar da antologia autores com menos de vinte e um anos,mediante autorização por escrito de um responsável legal, acompanhada de fotocópia do original de documento de identidade do mesmo para conferência e registro de inscrição.
1.5. A participação se dará no sistema de cotas, sendo que cada autor deverá proceder ao pagamento da seguinte forma:
· Cada autor pagará o valor de R$ 500,00 (quinhentos reais) que podem ser pagos em duas parcelas, por cota de publicação com o primeiro pagamento até 10 de abril e o segundo até 10 de maio.
· (Caso receba notificação que seu texto foi aprovado)
1.6 Os participantes receberão um total de 12 exemplares da Antologia por participação.
Título;
Formato: 230 X 160 mm (fechado)
Paper: OFF SET
1.7. A presente antologia será confeccionada pela Editora Literarte, será registrada , receberá ISBN , mas cada autor é responsável por registrar suas obras, a antologia tem como finalidade estimular a produção de contos, formação e divulgação de novos autores.
2)DA ACEITAÇÃO DOS CONTOS, CRÔNICAS E POESIAS
2.1. Serão aceitos apenas contos , crônicas e poesias em língua portuguesa, de temática pertinente a antologia, com limite de cinco mil caracteres por texto com espaços, em formato A4, espaços de 1,5 entre linhas, fontes times ou arial tamanho 12, acompanhados dos dados de inscrição que constam no parágrafo 5.5 desse regulamento.
2.2. Não serão aceitos fanfics nem contos que pertençam ao universo de personagens já existentes criados por outro autor.
2.3. Os contos devidamente formatados deverão ser enviados para o email:
literarte@grupoliterarte.com.br ou atendimento@grupoliterarte.com.br ou enviados diretamente pelo site: www.grupoliterarte.com.br Assunto: Antologia New York , junto com os dados de inscrição e demais documentos de autorização.
2.4. Os contos inscritos deverão contemplar, obrigatoriamente, os seguintes elementos: (a) narrativa em primeira pessoa ou terceira pessoa; (b) O tratamento dado ao tema será de exclusividade de cada autor.
2.5. Caso o autor deseje que seu conto tenha mais do que o espaço reservado de ele terá a opção de adquirir o valor de duas cotas, assim podendo ampliar seu espaço na antologia. Os procedimentos são os mesmo citados no item 1.5 desse regulamento, caso haja espaço na antologia liberaremos alguns autores que excedam sem custo extra. 3) NÃO SERÃO ACEITOS CONTOS, CRÔNICAS OU POESIAS QUE: (a) possam causar danos a terceiros, seja através de difamação, injúria ou calúnia, danos materiais e/ou danos morais; (b) ofendam a liberdade de crença e as religiões;
(c) contenham dados ou informações racistas ou discriminatórias; (d) tenham a intenção de divulgar produtos ou serviços alheios aos objetivos da antologia ou que tenham qualquer finalidade comercial; (e) façam propaganda eleitoral ou divulguem opinião favorável ou contrária a partidos ou candidatos; (f) tenham sido produzidos por terceiros;
(g) que não venham formatados nas normas estabelecidas por esse regulamento e descritas no item 2.1. 4) DOS CONTOS, CRÔNICAS E POESIAS INSCRITOS:
4.1. Os contos inscritos serão analisados e selecionados mediante avaliação do profissional nomeado pela organização da Antologia, cujas decisões serão soberanas e irrecorríveis. A avaliação se dará com base nos seguintes critérios: (a) criatividade e originalidade do enredo; (b) adequação do enredo ao universo ficcional do livro
(c) impacto do conto e qualidade dos recursos narrativos utilizados. 4.2. Ao se inscrever na Antologia o autor autoriza automaticamente a veiculação de seu conto, sem ônus para a Editora nos meios de comunicação existentes ou que possam existir com a intenção de divulgar a antologia. 5) SOBRE AS INSCRIÇÕES: 5.1. As inscrições para a Antologia serão abertas às 24h00min do dia 27 de fevereiro de 2012 e encerradas no dia 03 de abril de 2012, podendo ser encerradas antes,caso o número de contos recebidos e avaliados sejam aprovados antes da data, no formato e padrão já descritos, sendo que a partir desse momento o prazo para publicação é de 100 dias. As inscrições só poderão ser feitas pelos e-mails acima citados ou pelo site.
OS NOMES DOS SELECIONADOS SERÃO DIVULGADOS NO DIA 5 DE abril POR EMAIL.
5.2. Inscrições pelo site: o candidato deve preencher todas as informações e colar o texto diretamente no site.
5.3. Um determinado conto poderá ter mais de um autor, num número limite de dois. Um determinado autor poderá participar da antologia com mais de um conto, desde que observado o parágrafo 1.5 e 2.5 desse regulamento. 5.4. Para participar os candidatos deverão, além de enviar um ou mais textos de acordo com as regras estabelecidas neste regulamento, fornecer as informações a seguir: (a) nome completo do autor do conto e de seu responsável legal(se for menor de idade);
(b) data de nascimento; (c) número do documento de identidade pessoal e do responsável legal(se for menor de idade); (d) endereço físico e eletrônico, completo e legível;
(e) telefone fixo e celular;
(f) informação de onde e como ficou sabendo da antologia;
(g) autorização por escrito assinada pelo responsável (se for menor de idade) e fotocópia legível do documento de identidade do mesmo (cópia escaneada e enviada junto com o e-mail);
(h) mini biografia de no máximo três linhas para cada autor. No caso de contos com dois autores o espaço deverá ser dividido entre ambos.
Uma foto
(i) frete de entrega dos livros será por conta do autor.
5.5. Só serão aceitas inscrições através dos procedimentos previstos neste regulamento. Os dados fornecidos pelos participantes, no momento das inscrições, deverão estar corretos, claros e precisos. É de total responsabilidade dos participantes a veracidade dos dados fornecidos à organização da Antologia .
5.6. Em caso de fraude comprovada, o conto será excluído automaticamente da antologia. 5.7. Os participantes concordam em autorizar, pelo tempo que durar a antologia com a editora, que a organização faça uso do seu conto, suas imagens, som da voz e nomes em mídias impressas ou eletrônicas para divulgação da Antologia, sem nenhum ônus para os organizadores, e para benefício da maior visibilidade da obra e seu alcance junto ao leitor.
6) OUTRAS INFORMAÇÕES 6.1. Dúvidas relacionadas a esta antologia e seu regulamento poderão ser enviados para o e-mail 
comendadora@izabellevalladares.com.br
Ou pelo telefone 22-2645-2368
6.2. Todas as dúvidas e casos omissos neste regulamento serão analisados por uma comissão composta pela equipe organizadora e sua decisão será irrecorrível. 6.3. Para todos os efeitos legais, os participantes do presente Antologia, declaram ser os legítimos autores dos contos inscritos e garantem o ineditismo dos mesmos, isentando a editora pessoa física de qualquer reclamação ou demanda que porventura venha a ser apresentada em juízo ou fora dele. 6.4. A literarte, reserva-se o direito de alterar qualquer item desta Antologia, bem como interrompê-la, se necessário for, fazendo a comunicação expressa para os participantes.
6.5. A participação nesta Antologia implica na aceitação total e irrestrita de todos os itens deste regulamento.
A obra será traduzida e revisada por Betty Silberstein, e terá seu texto e biografia em Português e Inglês, cada autor terá direito a 8 páginas,
2 para a sua apresentação bilíngue,
que poderá conter uma foto com ótima resolução em PB e até 15 linhas de sua biografia e mais uma ou duas capas de livros de sua autoria ou que tenham sua participação e seu email ou site para contato (um ou outro)
e duas páginas e meia para seu texto (Conto, crônica ou poesias) em tamanho A5, com até 2500 caracteres (conto ou crônica) ou 2 poesias de até 500 caracteres cada, que serão devidamente traduzidas e postadas uma após a outra, chegando ao total de páginas por autor.
Os textos deverão ser enviados para o email 
literarte@grupoliterarte.com.br; anexados com a foto (alta resolução em Preto e branco)com cópia paradhiogocaetano@hotmail.com; serão poucas vagasos textos deverão ser enviados até a data limite de 30 de março de 2012.
As inscrições poderão ser encerradas antes, caso seja alcançado o número de participantes.
O valor para esta participação é de R$ 500,00 (quinhentos reais) cada autor recebe 10 livros.
Estaremos com stand em todos os dias da feira e estamos orçando a edição de livros (Orçamentos até o dia 8 de abril) para este evento pelo email
literarte@grupoliterarte.com.br
Não fique fora de mais esta conquista da Literarte!
Acesse o nosso site e associe-se.
www.grupoliterarte.com.br
Maiores informações pelo telefone:22-2645-2368

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