mardi 10 janvier 2012

Dom de Fluir

Uma página de arte onde você pode participar ativamente:

DOM DE FLUIR
 across the universe. (FACEBOOK)
É só acessar a busca da página no Facebook!

Estão todos convidados a participar tbém da
página!

 
Yara Darin
by Sun


DELASNIEVE DASPET & AMIGOS

Queridos(as) Amigos(as):
A Coletânea em homenagem a Joaquim Moncks, foi um grande sucesso.
O Núcleo Canoas/RS da União Brasileira de Escritores (UBE), através de sua Coordenadora Neida Rocha, em parceria com a Editora Alternativa, lança a segunda obra da série AMIGOS, cuja homenageada será a internacional e conceituada Escritora Delasnieve Daspet(*), a qual terá o título: "DELASNIEVE DASPET & AMIGOS”.
A participação é aberta a escritores(as) em geral, com número ilimitado de páginas, cujos textos NÃO precisam ser inéditos (Prosa e Verso) e TEMA LIVRE.
O livro terá o formato 16x23, capa plastificada, cuidadoso acabamento e encadernação costurada.
O custo será de R$ 80,00 (oitenta reais) por página (com direito a 4 exemplares p/pág.).
O lançamento da obra COLETÂNEA "DELASNIEVE DASPET & AMIGOS" realizar-se-á em data e local a confirmar, em Jantar de Adesão em Canoas/RS e Sessão de Autógrafos na Feira do Livro de Porto Alegre de 2012, a maior da América Latina.
Os textos e breve currículo poderão ser enviados até 31.03.2012, devidamente revisados, para neidarocha@ube.org.br mediate comprovante do depósito em um dos bancos abaixo:

Para os dados bancários contactar o e-mail acima!
(*) DELASNIEVE DASPET é advogada de formação, atuando sempre no direito civil. Humanista e Ativista das causas Sociais, Direitos Humanos, Culturais e da Paz, tem ministrado palestras sobre os referidos temas por todo o país. Dentre as suas diversas atuações no mundo sociocultural destaca-se como presidente da Associação Internacional Poetas del Mundo, membro da Academia Feminina de Letras e Artes de Mato Grosso do Sul, Presidente Fundadora da FALA (Federação das Academias de Letras e Artes de MS)e Membro honorária fundadora da FALA-RS; Membro da Sociedade Pathernon Literária do RS; Academia Castro Alves de Letras e Artes-RS, UBE-MS. Correspondente no Brasil, do Movimento Cultural Oro de Los Tigres (Argentina), Delegada para Mato Grosso do Sul da Casa do Poeta Latino Americano – CAPOLA e da APPERJ (Associação dos Poetas e Escritores do Rio de Janeiro RJ); Reresentante para Mato Grosso do Sul da ABRACE (Movimento Cultural de Montevidéu), Movimento Literário – CEN (Ponte Luso-Brasileiro para Lusófono) Proyeto Sur do Canadá, Unesco Prizes World Poetry, Embaixadora da Paz Universal Ambassador Peace Circle – Genebra/Suíça e pelo Universal Peace Federation on the International Federation for Word Peace e diversos outros movimentos culturais e literários no mundo. Detentora de inúmeros prêmios literários e humanísticos nacionais e internacionais. Possui 7 livros solos publicados no Brasil e três publicados na Europa e participou de centenas de antologias e coletâneas nacionais e internacionais.
Neida Rocha
(51) 9942-3898
www.neidarocha.com.br
Coordenadora Núcleo UBE - Canoas/RS

Saiu o Caju!

Olá!!!

O Jornal Literário CAJU deste mês já está disponível no último endereço abaixo...

obrigada pela companhia e boa leitura,
Valquíria Gesqui Malagoli

Visite meu site:


Leia o Jornal Literário Caju:

Una Canzione - Novo CD de Gero Perito

Oi pessoal. Recentemente ficou pronto meu mais novo CD.
Dessa vez, todo em Italiano. Se chama "Una Canzone".  
Nele constam compositores famosos da atualidade e os consagrados mais antigos.
O CD abre com a música Una Canzone, esta de minha autoria.
Quem estiver interessado, é só entrar em contato.
Grande abraço do Gero


E-mail: Rogério Perito geroperito@hotmail.com


Tudo começou na Grécia e tudo acabará na Grécia?

Leonardo Boff
Teólogo/Filósofo
                                          


Nossa civilização ocidental hoje mundializada tem sua origem histórica na Grécia do século VI antes de nossa era. Ruira o mundo do mito e da religião que era o eixo organizador da sociedade. Para pôr ordem àquele momento crítico fez-se, num lapso de pouco mais de 50 anos, uma das maiores criações intelectuais da humanidade. Surgiu a era da razão critica que se expressou pela filosofia, pela política, pela democracia, pelo teatro, pela poesia e pela estética. Figuras exponenciais foram Sócrates, Platão, Aristóteles e os sofistas que gestaram a arquitetônica do saber, subjacente ao nosso paradigma civilizacional: foi Péricles como governante à frente da democracia; foi Fídias da estética elegante; foram os grandes autores das tragédias como Sófocles, Eurípides e Ésquilo; foram os jogos olímpicos e outras manifestações culturais que não cabe aqui referir.
Esse paradigma se caracteriza pelo predomínio da razão que deixou para trás a percepção do Todo, o sentido da unidade da realidade que caracterizava os pensadores chamados pré-socráticos, os portadores do pensamento originário. Agora se introduzem os famosos dualismos: mundo-Deus, homem-natureza, razão-sensibilidade, teoria-prática. A razão criou a metafísica que na compreensão de Heidegger faz de tudo objeto e se instaura como instância de poder sobre este objeto. O ser humano deixa de se sentir parte da natureza para se confrontar com ela e submetê-la ao projeto de sua vontade.
Este paradigma ganhou sua expressão acabada mil anos depois, no século XVI, com os fundadores do paradigma moderno, Descartes, Newton, Bacon e outros. Com eles se consagrou a cosmovisão mecanicista e dualista: a natureza de um lado e o ser humano de outro de frente e encima dela como seu “mestre e dono”(Descartes) e coroa da criação em função do qual tudo existe. Elaborou-se o ideal do progresso ilimitado que supõe a dominação da natureza, no pressuposto de que esse progresso poderia caminhar infinitamente na direção do futuro. Nos últimos decênios a cobiça de acumular transformou tudo em mercadoria a ser negociada e consumida. Esquecemos que os bens e serviços da natureza são para todos e não podem ser apropriados apenas por alguns.
Depois de quatro séculos de vigência desta metafísica, quer dizer, deste modo de ser e de ver, verificamos que a natureza teve que pagar um preço alto para custear esse modelo de crescimento/desenvolvimento. Agora tocamos nos limites de sua possibilidades. A civilização técnico-científica chegou a um ponto em que ela pode por fim a si mesma, degradar profundamente a natureza, eliminar grande parte do sistema-vida e, eventualmente, erradicar a espécie humana. Seria a realização de um armgedon ecológico-social.
Tudo começou há milênios na Grécia. E agora parece terminar na Grécia, uma das primeiras vitimas do horror econômico, cujos banqueiros, para salvar seus ganhos, lançaram toda uma sociedade no desespero. Chegou à Irlanda, a Portugal, à Itália, podendo-se se estender à Espanha e à França e, quiçá, a todo o sistema mundial.
Estamos assistindo a agonia de um paradigma milenar que está, parece, encerrando sua trajetória histórica. Pode demorar ainda dezenas de anos, como um moribundo que resiste, mas o fim é previsível. Com seus recursos internos não tem condições de se reproduzir.

Temos que encontrar outro tipo de relação para com a natureza, outra forma de produzir e de consumir, desenvolvendo um sentido geral de interdependência face à  comunidade de vida e de responsabilidade coletiva pelo nosso futuro comum. A não encetarmos esta conversão, ditaremos para nós mesmos o veredito de desaparecimento. Ou nos  transformamos ou desapareceremos.

Faço minhas as palavras de Celso Furtado, economista-pensador:”Os homens de minha geração demonstraram que está ao alcance do engenho humano conduzir a humanidade ao suicídio. Espero que a nova geração comprove que também está ao alcance do homem abrir caminho de acesso a um mundo em que prevaleçam a compaixão, a felicidade, a beleza e a solidariedade”. Mas à condição de mudarmos de paradigma.
Leonardo Boff é autor: Opção-Terra. A solução para a Terra não cai do céu, Record, Rio 2009.

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