lundi 29 octobre 2012

Lançamento Uma Leve e Apaixonante História de Amor



PREFÁCIO

Por Adriana Vargas de Aguiar

Com simplicidade, novamente prefaciando a obra de Francilangela
Clarindo, agradeço de pronto pela chance de estar aqui, não fazendo de
meus rabiscos, uma obra de arte, e sim, com o condão de participar de
mais uma ode literária da autora, representando minha vã participação,
em um corpo estranho a façanha de tamanha grandeza “Uma leve,
apaixonante e tumultuada história de amor. O título, tudo diz,
traduzindo uma miscigenação de sentimentos
que se torna impossível não se envolver, trazendo à tona os segredos
guardados na alma de cada ser que ousar, não somente a ler, sobretudo,
entrar no papel, e revestir-se dessas letras que agradam aos olhos da
intensidade…

Sim, intensidade… Esta palavra é o que consigo encontrar como a
hermenêutica de Francilangela; poetisa cativa, bandeirante por
natureza, escava na profundeza da alma, o que o leitor não entregaria
tão facilmente, porém, em gestos sublimes como o faz na poesia, nos
agarram, as suas letras, a ponto de revelar os segredos, a miúde, o
faz com graciosidade…

Lendo e relendo sua obra, concluí que Fancilangela, é um desses seres que se
comunica através de um diálogo intimo, não somente do que sente, ou
vê, mas, sobretudo, de um Universo existente em si, que fala com o
leitor, através de um discurso caracterizado de seus traços
literários, uma surpresa, enfim! Foi
exatamente deste modo como me senti, ao me deparar em um elo, quase
congênito, ao ler o que não consigo classificar, pois a linha desta
ode é quase única; um traçado que se forma a partir do que é
Francilangela; uma  intimidade que enaltece a leitura, e nos deixa num
linear muito próximo a autora.

Se a intenção da autora fora criar este vínculo, que cá pressinto
agora – parte de seus traços; conseguiu de olhos fechados; se não
houve intenção, e mesmo assim, isso aconteceu, não há com o que se
espantar, pois se torna
consequência de um fato inevitável.

A obra é forte e sobrevivente de qual seja o modo de revisão.

Francilangela é iniciante diante do mundo que lhe cobra as estrelas,
no entanto, nasceu poetisa, e com a poesia se completa, comungando de
delírios ímpares; não existe par, ou comparação, pois foi buscar
inspiração em
passagens de sua existência; não sendo, deste modo, um imaginário
fantástico dos moldes pré-existentes, e sim, da simplicidade que é
viver como vive; sentir como sente, e agir, como o faz – o próprio
soluço de suas palavras construídas
ao foco da realidade, e por este mesmo motivo, se torna mister; não
perdeu o encanto poético mesmo vindo de fontes, às vezes, amargas,
porém, de encanto quando a autora se utiliza de seu celeiro poético
para falar da vida como é.

A autora, como poucos, é dona de suas criações; doma seus personagens, sem
lhes impedir o espaço que precisam para obter a liberdade de se
mostrarem como são; Francilangela conseguiu realizar isso em sua obra,
sem ao menos, violentar a sua logicidade do absurdo… Sutilmente, ela
se aproxima de
suas palavras, e as conduz para o rumo que lhe apraz, em pleno transe
lírico, que mexe com o coração de quem lê.

Meus sinceros votos de sucesso, e certamente será… Como a tudo que a
poetisa em tese, faz com o mais sublime amor.

Aplausos!

Adriana Vargas de Aguiar

Escritora, poetisa, Coordenadora do Clube dos novos autores.




"Porque a palavra de Deus é viva, eficaz, mais penetrante do que uma espada
de dois gumes e atinge até a divisão da alma e do corpo, das juntas e
medulas, e discerne os pensamentos e intenções do coração." Hb 4,12

Francilangela Clarindo
http://francilangela.com

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