vendredi 16 décembre 2011

PARTICIPE DO CATÁLOGO OFICIAL DA LIVRARIA VARAL DO BRASIL PARA O SALÃO INTERNACIONAL DO LIVRO E DA IMPRENSA DE GENEBRA - SUÍÇA




CONVITE OFICIAL PARA PARTICIPAÇÃO DO SALON INTERNATIONAL DU LIVRE ET DE LA PRESSE DE GENÈVE 2012 COM A LIVRARIA VARAL DO BRASIL

25 a 29 de abril de 2012

L’authentique rencontre entre éditeurs, auteurs, diffuseurs, distributeurs, médias et autres acteurs du monde de l’écrit et de la culture. Son accessibilité fait chaque année la magie de cet événement avec près de 100’000 visiteurs (soit plus de 20% de la population genevoise).

O autêntico encontro entre editores, autores, promotores, distribuidores, mídias e outros atores do mundo literário e da cultura. Sua acessibilidade traz, a cada ano, a magia deste acontecimento contando com aproximadamente 100.000 visitantes (mais de 20% da população da cidade de Genebra)

Convivial et festif, le Salon du livre de Genève est un rendez-vous où visiteurs de tous âges et professionnels se rencontrent pendant 5 jours pour partager et échanger autour d’une même passion: la culture par la lecture et l’écoute de débats passionnés sans oublier les rencontres avec les quelque 500 auteurs présents!

Convivial e festivo, o Salão do Livro de Genebra é um local onde visitantes de todas as idades e profissionais se encontram durante cinco dias para compartilhar e trocar ideias em torno de uma mesma paixão: a cultura através da leitura e da escuta de debates apaixonados, sem esquecer os encontros com mais de 500 autores presentes.

Visitantes de toda a Europa afluem para o Salão do Livro de Genebra!

A Livraria Varal do Brasil estará presente com um stand onde terá o prazer de apresentar a literatura brasileira e de língua portuguesa em geral, com os autores conquistando uma janela de visibilidade muito expressiva num dos mais renomados eventos literários da Europa.

Esta iniciativa, que conta já com trinta e cinco autores brasileiros confirmados, se fará num sistema de participação cooperativa, com a confecção de um catálogo (editado na Itália pela Edizione Mandala, da escritora Mariana Brasil). O catálogo, colorido, editado em Francês, trará uma biografia breve (cinco linhas) do escritor, com foto, assim como a apresentação de um livro de cada autor. Será distribuído durante o salão para visitantes, editores e agentes literários.

Infelizmente as vagas para o catálogo e apresentação de livro no Salão serão limitadas, pois, como podem adivinhar, não teremos como levar todos os livros de todos os autores para o evento.

Assim sendo, selecionaremos os autores que desejarem participar deste sistema cooperativo e que, para tanto, colaborarão com simbólicos CHF 100,00 (cem francos suíços) ou equivalentes na moeda do país de origem do autor.

Este valor deverá ser depositado até 30 de janeiro de 2012, o mais tardar, na conta abaixo mencionada da Livraria Varal do Brasil. O comprovante de depósito deverá ser enviado por e-mail (para varaldobrasil@bluewin.ch)  e um recibo será enviado em retorno. O recebimento do comprovante consolidará a inscrição do autor no catálogo e a participação de seu livro no stand da Livraria Varal do Brasil.
Cada autor participante receberá um exemplar do catálogo.

Esperamos contar com você, escritor! Esperamos ter livro em nosso stand!

PREMIAÇÃO ACL 2011

Prêmio Othon Gama D´Eça

C. RONALD SCHMIDT (pelo conjunto da obra)

Categoria Romance

RAUL CALDAS FILHO
“A Ilha dos Ventos Volúveis”

Categoria Conto

JACQUELINE AISENMAN
“Lata de Conserva”

Categoria Crônica

Não será atribuído este ano

Categoria Poesia

MARCO VASQUES
“Flauta sem Boca”

Categoria Ensaio

ADOLFO STOTZ NETO
“Céu, Ilha”

Categoria História

Não será atribuído este ano

Revelação literária 2011

MARCOS ANTÔNIO MEIRA
“Gurita” (romance)

Destaque Cultural

JORNALISTA NERY PEDROSO

ALMANDRADE

SUPLEMENTO LITERÁRIO A ILHA DE DEZEMBRO, EDIÇÃO ESPECIAL DE NATAL

O Grupo Literário A ILHA e as Edições A ILHA acabam de colocar no ar, no seu portal PROSA, POESIA & CIA., em Http://www.prosapoesiaecia.xpg.com.br a nova edição da sua revista, o Suplemento Literário A ILHA.
A edição 119, de Dezembro de 2011, traz assuntos como "O Sesquicentenário de Cruz e Sousa", "A ILHA no Congresso Brasileiro de Escritores de Ribeirão Preto", "A obra completa de Cruz e Sousa", "Poesia na Rede Social", "Um Natal na África", "Posse na Academia Sul Brasileira de Letras" "É do Grupo Literário A ILHA a Personalidade Literária de 2011" "Grupo A ILHA homenageado em Noite de Poesia" e muito mais crônicas, contos e poemas natalinos e mais informação  literária e cultural.
No portal, ainda, a revista eletrônica Literarte, com muito mais prosa e poesia e informação literária e cultural, além de diversas seções, como as antologias "todos os Poetas", "O tema do Poema", "Feira de Contos" e outras.




Leia o blog Crônica do Dia, em

Visite o Portal PROSA, POESIA & CIA.
do Grupo Literário A ILHA, em
Http://www.prosapoesiaecia.xpg.com.br  
Lá está a revista Suplemento Literário A ILHA,
edição 119 de Dexembro/2011, com muita prosa e poesia natalinas e muita informação literária e cultural.
E a revista eletrônica Literarte, com mais poemas e crônicas e muito mais informação.
Além de  dezenas de seções como Grandes Mestres da Poesia, Autores de SC, Literatura Infantil, antologias
como Todos os Poetas, O Tema do Poema,
Feira de Contos, Crônica da Semana, etc.
Saiu o número 5 da revista Mirandum, da Confraria de Quintana.

MULHER BRASILEIRA PROCURA

Sobre o livro "Mulher Brasileira Procura", de Claudia Carvalho
por Sandra Helena Souza - Professora de Filosofia e Ética da UNIFOR

QUEM PROCURA, ACHA
Conheci Claudia pela primeira vez num desses ambientes chics que a classe média cearense vip, mais afortunada, gosta e costuma patrocinar e freqüentar. Levada por uma querida amiga arquiteta que ali expunha seu trabalho, ladeada pelos colunáveis e colunistas sociais da cidade, eu, a crítica professora de filosofia, me sentia um bicho estranho ainda que algo já familiarizada com esses eventos. Um bicho estranho nem um tanto intimidado e doentiamente observador. A mania do pensamento não me abandona, nem nas ocasiões mais improváveis.  
Seu livro revolve no leitor/leitora uma fome de auto-exposição narrativa, pela forte densidade autobiográfica que contém, preciso dizer que também eu, às voltas com uma difícil e dolorosíssima separação, me pus a viajar, não a procura de um novo amor, mas a procura das mulheres e do modo como elas suportaram ou não suas dores de amor.
Explico-me: minha maneira pessoal de exorcizar dores, desde a infância, se deu pela fuga para o alto da imaginação, seja literária, cinematográfica, acadêmica. Os livros, os filmes, os pensadores e pensadoras, sempre foram meus melhores amigos. Dessa feita me pus a ler mulheres, a ver filmes sobre mulheres, a estudar sobre o feminino, mas também, novidade, estabelecer contatos reais com mulheres reais. Minha cabeceira anda cheia do que chamo literatura confessional de mulheres, que sofreram, que suicidaram, que poetaram, romancearam, mataram, foram mortas, tudo girando em torno do fantasma do amor. Desnecessário dizer que do ponto de vista acadêmico, aproximei-me como nunca da psicanálise e da psicologia evolutiva. “A mulher desiludida” de Simone de Beauvoir, “Ariel” de Sylvia Plath, “Dia de Sofrimento”, de Catherinne Millet, “O que Lacan dizia das Mulheres” de Collete Sollers, “Desclocamentos do Feminino” de Maria Rita Kehl, “A teus Pés” de Ana Cristina César, “O Passado” de Alan Pauls, só para citar alguns entre tantos outros. “Para que tanta leitura?” ironizava sempre que podia o meu carrasco, já que eu oferecia docilmente meu pescoço para seu afiado cutelo.
Ele tinha razão, mas não inteiramente. Tentando equilibrar-me entre Medéias, Carmens, Ofélias, Adéles, Camilles, embriagada ao som de Amy Winehouse que acabou por sucumbir (paixão que compartilho com Claudia), mas também aprendendo com minhas Cristina, Christiane, Christina, Samia, eu ia seguindo o instinto feminino recalcado pela dura batalha que tive de travar na construção do que me tornei. No meio desse turbilhão cai-me nas mãos o livro de Claudia, que segundo eu já sabia, narraria suas peripécias de turismo romântico e sexual, uma aventura cheia de “homens brancos”, “diabos loiros” na busca do amor, um caminho inverso ao meu.

Até mesmo pela sua condição de classe, as narrativas dessas peripécias, os ricos detalhes das arquiteturas, paisagens, roteiros gastronômicos, hotéis de primeira, cidades de sonhos, o perfil físico de suas “vítimas”, tudo é dito com tanta leveza e naturalidade que não pode deixar de suscitar um que de estranheza, do meu ponto de vista. E curiosamente é o que menos me comove no livro. Uma Claudia moleca, como ela mesma diz se apresenta ali, sem vergonha, sem espanto diante de suas contradições, de suas decepções, de sua insistência, de seu erotismo exigente. Algo como um diário adolescente de uma mulher madura. Os textos que são mais exortativos, em forma de um feminismo adocicado, entremeados por citações diversas que intentam conferir certa autoridade histórica e moral à autora, são mais irregulares, um tanto desconexos, mas ainda assim me surpreendem mais positivamente por testemunharem um esforço genuíno, que parece ser um traço pessoal de Claudia de compreender, a seu modo, o mundo a sua volta. Claudia é uma leitora contumaz, uma pesquisadora nata, isso se depreende com muita clareza.

Mas o que me fez de fato colar no livro foi o que a mulher brasileira encontrou. Claudia encontrou um fantasma e parece indicar que o libertou dela mesma. Toda a narrativa em torno da morte da irmã, sua busca religiosa posterior, sua culpa, a insidiosa culpa, o silêncio de 35 anos, o filho autista e o pai ausente, os encontros que ela tentou promover obstinadamente para encerrar seus ciclos, sua doação, sua generosidade, e sobretudo sua auto-exposição num processo que incluiu assumir raiva da irmã morta, risos do filho autista, um certo conforto com o sofrimento do ex-marido, enfim, os sentimentos humanos, tão demasiadamente humanos, e que são os mais difíceis de assumirmos. O momento sublime: abraçada aos irmãos diante do túmulo da irmã ela finalmente pergunta se eles a culparam pelo acidente. Quantas de nós temos essa coragem ao nos depararmos com os nossos fantasmas, quantos/as não recuamos apavorados. Ela nos conta isso absolutamente à vontade, com poucas palavras, mas precisas, às vezes dando a impressão de ser outra quem escreve. O fato de ter escolhido a impressão desses capítulos em itálico revela que tem consciência dessa duplicidade interna. É o que o livro tem de melhor e onde ele pode ajudar mais solidariamente a uma pessoa qualquer, não apenas mulher, que procura qualquer coisa com muita obstinação. Tive que dar a mão a palmatória: os conceitos de superfície e fundo mudam inflexivamente, quando o que está em questão não são conceitos, estruturas, mas individualidades em seu modo de resolução de si mesmas.

Uma mulher brasileira, uma mulher francesa. Catherinne Millet, aquela mesma que expôs sua tórrida vida sexual, viu-se varrida por um ciúme enlouquecido ao descobrir as traições do marido. A sua narrativa é angustiante, de sofrimento psíquico intenso, o que não há no livro de Claudia, mas ela também resolve revolver o fundo do baú, e retorna à infância e adolescência. Dois livros tão diferentes, dois caminhos tão distintos, chegando ambos a um mesmo lugar. Claudia alfineta levemente a autora de “Comer, Rezar, Amar”. Mas isso ela só pode fazer depois de descobrir que às vezes a única saída é para dentro de si, mesmo se você corre o mundo, saltando de cama em cama, de kite em kite, de castelo em pousada. 
“Mulher Brasileira Procura” nos deixa diante de uma mulher pronta para envelhecer eternamente jovem, com o coração volta e meia batendo descompassado de amor. Que facilidade de amar ela demonstra. Claudia ama mais o amor que a seus belos amantes. Uma sabedoria prática de vida que infelizmente não é transferível como de resto nenhuma é. Só pode servir de inspiração. Eu que me imaginava tão distante dela, pelas razões acima expostas, encontrei-me em vários devaneios, em várias conjecturas, em várias emoções. E vou levar a sério o modelo. Não vou abandonar minha maneira peculiar, a fuga para dentro, os livros, os filmes, meus textos. Mas por via das dúvidas, vou fazer o meu perfil numa rede social e aguardar para ver o que acontece. Talvez depois eu tenha o que contar.

Boa leitura. “Mulher Brasileira Procura” de Claudia Carvalho agora também está em minha prateleira de mulheres.
Um brinde a você, Claudia, com prosecco.


Está na Europa? Encontre o livro aqui: Livraria Varal do Brasil www.livrariavaral.com

Os destaques literários de SC em 2011

Noticia de ontem do Jornal A Notícia, de SC

Escritores recebem hoje diplomas da Academia Catarinense de Letras

A Academia Catarinense de Letras (ACL) encerra as atividades de 2011 com a entrega dos diplomas de destaques literários do ano hoje, em jantar que será realizado no Restaurante Lindacap, no Centro da Capital.

Os prêmios são destinados a autores catarinenses, ou radicados no Estado, e contemplam os diversos gêneros literários. É conferido, também, o prêmio Destaque Cultural do Ano, destinado a reconhecer pessoas ou instituições que tenham prestado relevantes serviços à cultura catarinense. O plenário acadêmico aprovou, por unanimidade, as indicações feitas pela comissão formada por Celestino Sachet, Flávio José Cardozo e Mário Pereira.

O Prêmio Othon Gama d’Eça, pelo conjunto da obra, será conferido a C. Ronald, lembrado como um dos mais importantes poetas contemporâneos do País. Este ano, comemora 40 anos de contínua produção literária. Seu livro mais recente, lançado em maio, é “Bichos Procuram Buracos em Paredes Brancas”, uma coletânea que inclui poesia, contos e textos teatrais.

Entre os ensaios, o engenheiro mecânico, professor e astrônomo Adolfo Stotz Neto será homenageado pela obra “Céu, Ilha”, que conta as experiências do Grupo de Estudos de Astronomia (GEA), criado há 25 anos e vinculado ao Planetário da Universidade Federal de Santa Catarina.

Com o livro “A Ilha dos Ventos Volúveis”, Raul Caldas Filho recebeu o prêmio na categoria romance. Jornalista e escritor, Raul criou uma trama que atravessa o final dos anos 40 do século passado, com personagens fictícios e reais da média e da alta burguesia de Florianópolis.

Na poesia, a indicação ficou com o escritor, editor de jornal literário e diretor de teatro Marco Vasques, pela obra “Flauta Sem Boca”. Jacqueline Aisenman será premiada pela obra “Lata de Conserva” na categoria conto. A Revelação Literária 2011 foi Marcos Antônio Meira, pelo romance “Gurita”. Como Destaque Cultural 2011, a homenageada foi a jornalista Néri Pedroso, pela importante atuação, desde 1988, na área de divulgação e crítica cultural catarinense.

A Academia, este ano, deixa de atribuir as menções de Mérito para Crônica e História. Por sugestão da comissão, os integrantes da ACL não poderão mais ser nominados, exceto pelo conjunto da obra.

Concurso Esperança

Caro e Talentoso Poetamigo:

Seguem, em anexo,
regulamento e ficha de inscrição
do CONCURSO ESPERANÇAS.

A Academia Varginhense de Letras
ficará honrada com sua participação
e agradece sua divulgação.

Cordialmente,

Aníbal


Aníbal Albuquerque
Mestre em Letras
EMBAIXADOR UNIVERSAL DA PAZ
(Cercle Universel des Ambasseurs de la Paix - Genebra - Suíça)
VARGINHA - MG - BRASIL

anibalalbuquerque@terra.com.br

Concurso  Nacional
“Esperanças  em  Prosa  &  Verso”

REGULAMENTO
            1. EdiÇÕES  ALBA e o Grupo Sul-mineiro de Poesia, com o apoio da Academia Varginhense de Letras, Artes e Ciências, promovem o Concurso Nacional “Esperanças em Prosa & Verso”, com o objetivo de estimular a criação literária e divulgar a produção de poetas e prosadores, em antologia nacional, sob regime cooperativo.                                               
            2. O concurso é aberto a textos literários, em forma de contos, crônicas e poemas (modernos ou clássicos), em língua portuguesa. Tema: ESPERANÇA(S).
            3. Os textos em prosa deverão ser enviados, em dupla via, datilografados, em espaço dois, ou digitados, em espaço 1,5, fonte 12, em papel tamanho A4, de um só lado da folha, contendo título e pseudônimo do autor. Os textos deverão ter, no máximo, cinco laudas, no caso de contos, e três, nas crônicas, com 30 linhas cada lauda.
            4. Os poemas, clássicos ou modernos, deverão ter um mínimo de oito versos e um máximo de 45, devendo ser enviados, em dupla via, datilografados ou digitados, em papel tamanho A4, de um só lado do papel, contendo título e pseudônimo do autor. Concorrerão em duas categorias: poemas e sonetos. Os sonetos deverão ser compostos, obrigatoriamente, em versos decassilábicos ou alexandrinos.
            5. O prazo de inscrições encerra-se em 30 de dezembro de 2011, valendo a data da postagem.
6. O resultado do concurso será divulgado em março de 2012, através dos meios de comunicação indicados pelos concorrentes na ficha de inscrição.
            7. Os textos deverão ser enviados para EDIÇÕES ALBA, Caixa Postal 2030 — VARGINHA — MG — 37002 — 971, acompanhados da FICHA DE INSCRIÇÃO anexa, devidamente preenchida, e de cheque nominal a ANÍBAL ALBUQUERQUE, no valor da taxa de inscrição: R$ 10,00 (dez reais). Sob o mesmo pseudônimo, e com o pagamento de uma taxa de inscrição, o autor poderá inscrever um texto em cada categoria. Sob diferente pseudônimo, e com o pagamento de nova taxa, outros textos poderão ser inscritos. Se o concorrente preferir, o valor da taxa de inscrição poderá ser enviado em selos novos.
            8. O pagamento da taxa de inscrição poderá ser efetivado, também, em depósito na conta corrente 11.532 — 9, Agência 3178 do Banco Itaú, destinado a ANÍBAL ALBUQUERQUE, no mesmo valor indicado no item 7. 
9. O poeta ou prosador classificado em primeiro lugar receberá dez exemplares da antologia nacional e troféu. O classificado em segundo lugar receberá oito exemplares da antologia e troféu. O classificado em terceiro receberá seis exemplares da antologia, medalha e certificado. O classificado em quarto receberá quatro exemplares da antologia, medalha e certificado. O classificado em quinto lugar receberá medalha e certificado.
            10. Além dos cinco primeiros colocados em cada categoria, os escritores que obtiverem menção honrosa ou tenham sido selecionados para publicação serão convidados a participar da antologia nacional Esperanças em Prosa & Verso, a ser lançada por EDIÇÕES ALBA, em regime cooperativo, no primeiro semestre de 2012.
11. Todos os concorrentes classificados ou com menção honrosa receberão certificados.
12. A Academia Varginhense de Letras, Artes e Ciências concederá o “Troféu Mariângela Calil” ao concorrente que obtiver maior soma de pontos em todas as categorias de que participar.
13. O julgamento será feito por uma comissão de três membros, composta por acadêmicos e especialistas em literatura.         14.  Os textos enviados não serão devolvidos.
            15. O não cumprimento de qualquer um dos itens deste regulamento implicará na desclassificação automática do participante.
            16.  A FICHA DE INSCRIÇÃO deverá ser destacada deste folheto e, após seu correto e completo preenchimento (inclusive, currículo), ser enviada, em envelope menor, dentro do que contiver os textos concorrentes. O envelope menor deverá conter, além da ficha, o cheque correspondente à taxa de inscrição ou o comprovante de depósito. Externamente, o envelope menor apresentará, unicamente, o pseudônimo do autor.
            17. O envio dos textos, acompanhados da ficha de inscrição, configura a aceitação plena, por parte do participante, de todas as condições estabelecidas neste regulamento.



A VIDA DE QUEM MORRE E A MORTE DE QUEM VIVE

Por Gilberto Nogueira de Oliveira

Nazaré, 28-04-1974

O moleque corria
Pela estrada abaixo.
Ia chatear as mulheres,
Que iam apanhar água
Numa fonte distante,
Para matar a sua sede.

O moleque muito atrevido,
Levantava-lhes a saia
E nada via,
Exceto pernas.

Perna ele tinha,
Via a qualquer hora.
O moleque queria
Era ver outra coisa.
Não sabia o que,
Não sabia explicar,
Não entendia dessas coisas.

Certa vez o moleque,
Andando pelos matos
Viu o que desejava.
Viu uma mulher nua.
Escondeu-se entre os arbustos
E se pôs a observar.
Sentia medo
Mas, era atraído por ela.
Talvez achasse esquisito
Mas, digno de olhar.
Quando sem esperar,
A mulher o descobriu                                                                                                         
E a ele chamou.
E o moleque foi lá,
E a mulher o abraçou,
E o moleque viveu,
E o marido chegou,
E o revolver puxou,
E o moleque morreu.

Morreu sim!
E que morte!
Morreu conhecendo a vida,
Que foi uma glória
Para um moleque como ele,
Que viveu conhecendo a morte,
Que morreu conhecendo a vida.

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