jeudi 15 décembre 2011

UMA BELA FESTA

MOR

Dia treze de dezembro de dois mil e onze, no auditório da Assembléia Legislativa dedicada a Antonieta de Barros onde transcorreu a maior festa na capital barriga verde, esta foi à festa da Fundação da Academia de Letras do Brasil na cidade de Florianópolis Santa Catarina, com a posse vinte e dois acadêmicos, numa bela noite festiva reunindo representantes de várias Academias e Associações Literárias de Estado de Santa Catarina.
Esteve presente o Presidente ALB do Brasil Confrade Mário Carabajal, e contamos com a presença da Vice-Presidente do conselho Superior da ALB Nacional a Confreira Manoela Cacilda, e o Presidente da ALB de Santa Catarina o Confrade Professor Miguel Simão, e o Presidente da ALB de Florianópolis Confrade Valdir Mendes.
Nossa Academia tem como Patrono nosso grande amigo que partiu de nosso convívio, que lá do alto acompanha este momento tão importante que em vida tanto lutou no meio editorial, Wilson Mendes representado pela Viúva Nelci Mendes neste ato importante de nossa cultura. 
Desfraldada a Bandeira da Cultura que unida às demais Agremiações culturais de Santa Catarina, num sólido trabalho a mostrar nossas atividades culturais, nossos Escritores, Poetas, Contistas e Cronistas dentre eles Historiadores, numa luta constante de mostrar nossos valores ao Brasil e ao mundo através do meio digital.
Hoje o mundo se tornou uma aldeia vamos valorizar o que temos e mostrar nossas qualidades literárias, como fizeram os demais idealistas que nos antecederam nesta luta pela cultura de nosso país.
Aqui fica um agradecimento a todos que lá compareceram familiares e amigos de todos os novos acadêmicos que compareceram para abrilhantar aquela festa em que os acadêmicos prometeram defender a cultura em todos os espaços de nosso Brasil.
Aqui fica uma síntese da bela noite, que o dia tinha como padroeira Santa Luzia a padroeiras das vistas, órgão importante nas vidas dos escritores.
Mário Osny Rosa (MOR) Acadêmico cadeira n. 21 da ALB – Florianópolis – Santa Catarina
São José/SC, 13 de dezembro de 2.011.

A L E I T U R A N Ã O É U M H Á B I T O

© Jorge Lescano


Hábito: disposição duradoura adquirida
pela repetição freqüente de um ato; uso; costume.
Novo Dicionário Aurélio.

Eu sou afeiçoado a ler até os papéis rasgados das ruas
Miguel de Cervantes: Don Quixote

Hábito é enfiar o dedo no nariz,
a leitura é um trabalho intelectual.
Livro das cinzas e do vento

Sem pretensões de escrever uma tese acadêmica, uma vez que estas estão viciadas pelas normas do discurso universitário, das quais afortunadamente estou livre, gostaria de expor a minha visão do ato da leitura.
            Atualmente conto mais de seis décadas de leituras anárquicas, isto é, livres de qualquer controle e direção a não ser o meu interesse e o meu gosto. Assim que fui alfabetizado descobri a leitura e o livro que se tornaram meus companheiros pela vida afora. Se escrita-leitura está condicionada pelo entorno social, não se pode negar que também o indivíduo leitor, com todas as suas particularidades, físicas inclusive, faz parte do processo que denominamos leitura e que vai muito além da decodificação de signos gráficos.
Através do texto dois sujeitos se defrontam. O autor, que também é um leitor, e o leitor-autor de novos e imprevistos significados. Duvido que exista leitura errada, no máximo poderá haver leitura deficiente, leitura que não atinge todo o conteúdo do texto.
Ler é como andar, como falar. Quando a criança começa a falar e não consegue pronunciar como os adultos, se diz que fala errado, grande injustiça! Quando anda feito um palmípede porque o tamanho do pé não permite a flexão e ainda estende os braços como asas para manter o equilíbrio, ninguém diz que anda errado. Todos reconhecem que anda segundo as suas possibilidades e até festejam cada nova conquista de terreno.
O meu campo de experimentação, por assim dizer, é o texto ficcional. A arte é de um modo geral um campo de experimentação. Nela podemos vivenciar idéias sentimentos e sensações de forma explícita sem correr qualquer risco. Interpretar “mal” uma situação ou um personagem literário não põe em risco a vida de ninguém, já ler deficientemente uma fórmula de química pode fazer a casa voar. A releitura do bom texto literário sempre acrescerá novas informações, interpretações e sentidos.
Confunde-se muitas vezes a quantidade com a qualidade. Um bom leitor é, para a maioria das pessoas, alguém que lê muito (?), que possui vasta biblioteca, real ou virtual em tempos de internet. Creio que um grande leitor pode ser o leitor de um único livro durante toda a vida. Alguns exemplos literários podem ilustrar esta idéia.
No romance L’Étranger, de Albert Camus, traduzido como O estrangeiro (deveria se chamar O estranho: a obra trata do estranhamento do protagonista em relação a si mesmo, mas isto é tema para outra nota), Meusrault, seu protagonista, preso por haver matado um homem, encontra na cela uma folha de jornal na qual se narra a morte de um homem por sua mãe e irmã. Devo ter lido esta história milhares de vezes, diz. O caso o leva a refletir profundamente sobre a falta de sentido da vida e chega à conclusão de que bastaria viver um dia para ocupar o resto da vida com as lembranças. O próprio Camus deve ter pensado muito nisso, a notícia deu origem a sua peça dramática O mal entendido. Se Meusrault tivesse mais material de leitura talvez se distraísse e o seu pensamento poderia vagar sem rumo; nunca saberemos, pois a obra não nos dá qualquer pista a respeito. 
Yannes, garimpeiro grego na Amazônia venezuelana, carrega como único pertence um exemplar da Odisséia, este é suficiente para preencher suas necessidades intelectuais. Isto acontece em Os passos perdidos, romance de Alejo Carpentier. O autor não dá informações sobre o resultado dessas leituras e garante que o personagem é real. Real também é o fato mencionado por Camus. 
Pierre Menard, autor do Quixote, de Jorge Luis Borges, é obra exemplar sobre a leitura. O personagem, leitor de Cervantes e poeta simbolista, decide escrever (não reescrever) o Don Quixote. Borges ilustra a idéia de que o leitor pode (talvez deva) ser o verdadeiro autor da obra. A leitura, diz, é um trabalho mais demorado, mais intelectual que a escrita.
Costumo dividir a leitura em três estágios básicos: o informativo, no qual o texto revela seu conteúdo imediato, seu significado semântico; o estrutural ou crítico, onde o leitor lê o corpo do texto, não apenas o nível gramatical ou sintático, mas onde reconhece outros elementos, tais como a ação, tempo, lugar e personagem, elementos básicos de qualquer narração e sem os quais nada pode ser narrado; finalmente o nível criativo, aqui o leitor mudou a sua natureza, ele é co-autor do texto. Ler é recriar o texto. É lugar comum dizer que um livro sem leitura é letra morta. Nada mais verdadeiro. Cada leitor recria o texto com suas próprias experiências, projeta sobre a obra o seu repertório único, intransferível, neste sentido ele já está escrevendo, já é um escritor. Pierre Menard é o paradigma deste estágio.       
Mais de uma vez vi andarilhos parando para ler uma folha de papel jogada na rua. (Não devia haver muitos na época de Cervantes.) O caso é intrigante: o que procura esse leitor? Creio que não seja informação. Provavelmente não se importou em verificar a data de publicação. Penso que está exercendo o famigerado hábito da leitura preconizado por editores, críticos, professores, livreiros, jornalistas, curadores de feiras de livros e eventos afins. Sim, uma vez superado o estágio de leitura com os lábios, surge o hábito de leitura, isto é, um reconhecimento compulsório do texto. Nos grandes centros urbanos é fácil verificar que lemos de forma impensada, contínua, quando andamos pela rua. Todo texto é reconhecido automaticamente, sem crítica e dificilmente fica registrado na memória. Isto é um hábito, será uma leitura?
Incentivar o hábito da leitura não será reforçar o hábito de consumo, substituir a qualidade pela quantidade?
Estas são observações avulsas de um autodidata sem qualquer repertório epistemológico, como o leitor atento pode perceber, mas que não se considera vítima do hábito da leitura.

Convite

A Folheto Edições tem a honra de convidar V. Exa. e Família a assistir à apresentação da IV Antologia de Poetas Lusófonos a realizar no próximo dia 18 de Dezembro de 2011, pelas 15h30, no Auditório 2, da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais (ESECS), Rua Dr. João Soares, em Leiria.

Haverá um momento de poesia com a participação de vários poetas.
A cerimónia terminará com um Porto de Honra.



Depois do sucesso das I, II e III Antologias de Poetas Lusófonos, que contou com mensagens de parabéns dos Presidentes da República de Portugal e do Brasil, assim como do Primeiro-ministro de Portugal, de diversas Embaixadas, imensas instituições e muitas pessoas individuais. Nasce, agora, a IV Antologia de Poetas Lusófonos.
No total, são mais de 400 poetas nas quatro Antologias, de 14 países. A IV Antologia conta com a participação de 128 poetas, de 12 países.


PROJETO DE LITERATURA ALMA BRASILEIRA

CONVITE


ENCERRAMENTO DOS NOSSOS TRABALHOS NO ANO 2011 
NA ACADEMIA DE CULTURA DA BAHIA.


Faculdade Dois de Julho, Av.Leovigildo Filgueiras – Garcia, á partir das 16hs –Salvador -Ba

O PROJETO ALMA BRASILEIRA ENTREGA CERTIFICADO "Destaque 2011" DE MELHOR ESCRITOR E POETA 
DIA 16/12/2011 

Para o Escritor Mirim - Lucas Yuri Bisbo Pinto, autor do livro infantil ( A ARANHA VAIDOSA) e o Poeta Advogado,Artista e Escritor,Marcos Peralta, autor do livro (UNS CANTOS DO VIVA MACCACA).

Lucas Yuri Bispo Pinto tem apenas nove anos e já escreveu quatro livros de História, o carro chefe e mais vendido é o recém-lançado na Bienal da Bahia esse ano, A ARANHA VAIDOSA. Lucas é uma criança bem humorada e inteligente que deixa uma mensagem de para todos nós através do seu livro,Ele é um incentivo para essa galerinha que esta despertando para a leitura .

Marcos Figueiredo Silva,Marcos Peralta formou-se advogado pela UFBA em 1997, depois de diplomado, decidiu seguir o caminho da Praça. Batalha sua sobrevivência por  amor através  da poesia no grito. E grita bem alto: “Sou um Poeta Palhaço!”. Se apresenta sempre com uma peruca de pedaços de panos coloridos que  dá vida ao palhaço Peralta, que por sua vez da vida ao Poeta. Marcos é o "palhaço Poeta" de todas ás  praças,de todos os  projetos , de Feiras de Livros , de Escolas e ONGs ,onde se apresenta  com  o mesmo entusiasmo que gritou a poesia em todos os dias na 10º Bienal  do Livro na Bahia.


Apoio Cultural :Academia de Cultura da Bahia, Editora VirtualBook,F2J -Faculdade Dois de Julho, JORNAL O LIBERAL-Aracaju\SE-Rádio Brasil Casul-Aracaju \SE.Revista Salvador Acontece- Ba




 Sandra L.Stabile
     Presidente

Carlos Conrado
Diretor Coordenador -Aracaju -SE

Ivone Alves Sol
Assessoria Geral


INSCRIÇÃO PARA OFICINA ESCOLA 2012 PELO E-MAIL :oficinaescola2012@hotmail.com
DOE LIVROS PARA REALIZAÇÃO DAS  OFICINAS DE LITERATURA NAS ESCOLAS E DISTRIBUIÇÃO

Projeto Cultural Alma Brasileira 
Telefone:32415122 -36783082 - 91783788 (Tim)

Academia Brasileira de Arte, Cultura e História – ABACH


ANTOLOGIA O INDISCUTIVEL TALENTO DAS ESCRITORAS BRASILEIRAS

ARTISTAS E POETAS

Convidamos vocês a participarem do Ateliê livre da Abcdéf GalerIa de Arte .Reunimos, trocamos idéias, nos  divertimos, enfim, eventos dessa natureza são sempre enriquecedores!


Contamos com a sua participação e de vocês poetas também.

Passe por lá, vivencie o atelier aberto e deixe seu poema  

FADO E POESIA





Ouçam o programa FADO E POESIA de 15-12-2011- quinta-feira, na


 no horário das 22 ás 24 horas de Portugal.

Mais detalhes podem ver no programa anexo.

Arlete Piedade

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